Criador do ‘Terça Livre’, bolsonarista pede doações após exclusão do YouTube

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Allan dos Santos. (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
Allan dos Santos. (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)

Na sequência de ter dois canais excluídos pelo YouTube, o influenciador bolsonarista Allan dos Santos, criador do “Terça Livre”, recorreu a seus seguidores em busca de doações para evitar o colapso de suas operações.

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Ele afirmou também que vai processar o Google e sugeriu que sua exclusão seria uma “perseguição política” envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes.

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Em áudio distribuído a seus seguidores, com a voz gripada, Dos Santos afirma que o “Terça Livre” “vai continuar”, mas que para isso dependerá de doações, já que sua estrutura “custa muito dinheiro” e emprega “dezenas de pessoas”.

Ele contesta a decisão do YouTube, diz que elas são “toscos” e que não foi informado em detalhes sobre os motivos da violação.

Ouça o áudio:

Em comunicado sobre o caso, o YouTube argumenta que monitora os conteúdos de seus canais "com uma combinação de sistemas inteligentes, revisores humanos e denúncias de usuários para identificar conteúdo suspeito e agimos rapidamente sobre aqueles que estão em desacordo com nossas políticas".

Dos Santos é investigado pela Polícia Federal por disseminação de conteúdo falso na web e participar do financiamento de atos antidemocráticos.

Ele segue a cartilha de outro influenciador mais experiente, Olavo de Carvalho, de usar palavrões e um estilo agressivo para atacar adversários e espalhar desinformação nas suas redes sociais.

No mês passado, o perfil do influenciador no Twitter também foi bloqueado temporariamente por violação de termos de uso.

Na postagem apagada de Dos Santos, ele agredia verbalmente a atriz Maria Flor, com ofensas de cunho sexual.

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