Criptomoedas podem substituir moedas oficiais em 10 anos

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Ciberataques ainda são vistos como riscos preocupantes. Foto: Getty Images.
Ciberataques ainda são vistos como riscos preocupantes. Foto: Getty Images.
  • Ciberataques ainda são vistos como riscos preocupantes

  • Blockchain é considerada popular pelos consultados

  • Levantamento foi feito pela consultoria Deloitte

As criptomoedas podem se tornar fortes alternativas ou mesmo substitutas para as moedas oficiais nos próximos dez anos. É o que dizem 76% dos profissionais do setor financeiro consultados em um levantamento feito pela consultoria Deloitte. Nos últimos quatro anos, a companhia tem feito pesquisas em todo o mundo relacionadas à tecnologia blockchain.

No entanto, esta é a primeira vez que o estudo trata abertamente sobre atividades comerciais possibilitadas por blockchain.

Além dos profissionais que viam as criptomoedas substitutas para as moedas emitidas por governos (conhecidas como fiduciárias), outros 81% entrevistados responderam que a tecnologia de blockchain pode ser adotada de forma ampla e já tem grande popularidade. Mais de 70% opinaram que seus negócios deveriam adotar blockchain e ativos digitais e que estariam perdendo espaço no mercado se não o fizessem. Por outro lado, a aceitação das criptomoedas ainda é vista com reticência.

As brechas de segurança ainda são vistas com grande preocupação pelos consultados. Mais de 60% afirmaram que os grandes obstáculos são a infraestrutura financeira atual, a segurança no mundo digital e as barreiras regulatórias. Ainda assim, a adoção de blockchain é vista com otimismo — mais de 40% consideram aceitar pagamentos em criptomoedas no futuro, transformar seus ativos em tokens digitais e que a criptografia permitiria que seu negócio tivesse acesso a finanças descentralizadas.

Durante a pesquisa, a Deloitte entrevistou entre março e abril deste ano mais de 1 mil profissionais do setor financeiro. Os consultados foram de países como Brasil, China, Estados Unidos, Reino Unido, Hong Kong, Japão, Cingapura, África do Sul e Emirados Árabes Unidos.As informações são do Decrypt.co.

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