Cristiano Ronaldo: Justiça dos EUA rejeita pedido de nova indenização em processo de estupro contra jogador

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Uma juíza dos Estados Unidos rejeitou um novo pedido de indenização de um processo em que o jogador de futebol Cristiano Ronaldo foi acusado de estupro. A modelo Kathryn Mayorga, que denunciou ter sido vítima do português em Las Vegas, em 2009, já havia recebido US$ 375 mil do atleta, em um acordo para retirar acusações criminais contra ele, mas solicitava um novo pagamento milionário no caso.

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A magistrada Jennifer Dorsey defendeu que o advogado da modelo, Leslie Mark Stovall, agiu com má-fé no processo, com uso de documentos confidenciais roubados. A equipe jurídica do português não contesta que ele tenha feito sexo com a mulher, mas sustenta que o encontro foi consensual. Um acordo de confidencialidade impede que os dois lados falem sobre o assunto.

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“Acho que a aquisição e o uso contínuo desses documentos foi de má-fé. Simplesmente desqualificar Stovall não vai curar o prejuízo de Ronaldo porque os documentos desviados e seu conteúdo confidencial foram tecidos nas próprias reivindicações da (reclamante Kathryn) Mayorga. Sanções severas são merecidas”, escreveu Dorsey na decisão.

Dorsey já havia sinalizado no início do ano que estava pronta para encerrar o caso depois que Stovall não cumpriu o prazo processual da ação. O processo foi movido em 2018 na Justiça Estadual e transferido em 2019 para a Justiça Federal. A modelo alegava que Ronaldo ou seus associados violaram o acordo de confidencialidade por conta de um artigo no jornal alemão Der Spiegel, intitulado “O Segredo de Cristiano Ronaldo”, que teria sido publicado com base em documentos obtidos de “portal de denunciantes Football Leaks”.

A equipe jurídica de Ronaldo justificou que os relatórios foram resultado vazamentos de dados eletrônicos e documentos hackeados de escritórios de advocacia e outras entidades na Europa colocados à venda.

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