CSN acerta compra da Holcim em negócio avaliado em US$ 1 bi e se tornará 3ª maior entre as cimenteiras

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A CSN acertou a compra de 100% da Holcim em negócio avaliado em US$ 1,025 bilhão, informou a empresa em comunicado ao mercado na manhã desta sexta-feira. Com a aquisição, a companhia galga alguns degraus no ranking de cimenteiras no país.

A Holcim é o terceiro maior produtor de cimento, atrás da Votorantim e Intercement (ex-Camargo Corrêa), embora tenha uma fatia de apenas 10% do mercado, segundo analistas. Esse lugar passa a ser ocupado pela CSN quando o acordo for concluído, considerando a capacidade de produção.

Com a compra, a CNS Cimento, braço da siderúrgica para o segmento, vai acrescentar 10,3 milhões de toneladas de cimento à sua capacidade produtiva, que hoje está em cerca de 6 milhões de toneladas.

Será a segunda aquisição da CSN Cimentos, braço da siderúrgica para o segmento, em menos de quatro meses. No fim de junho, a empresa adquiriu a cimenteira Elizabeth por mais de R$ 1 bilhão do fundo Farallon.

Nascido da fusão em 2015 das empresas suíça Holcim e francesa Lafarge, o grupo simplificou seu nome em maio ao abandonar a palavra Lafarge de sua razão social para voltar a ser apenas Holcim. É o maior fabricante de cimento do mundo.

No Brasil, o grupo tem operações em nove estados nas regiões Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo), Nordeste (Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e Centro-Oeste (Goiás).

São dez unidades industriais (cinco fábricas integradas e cinco moagens), com cerca de 1.400 funcionários.

"São esperadas relevantes sinergias operacionais, logísticas, de gestão e comerciais, com espaço para evolução de mix de produtos e expansão da base de clientes", disse a CSN Cimento em nota.

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