Dados de clientes da Oi, TIM, Claro e Vivo estariam sendo distribuídos nas redes

Informações dos clientes de Oi, TIM, Claro e Vivo são de 2021 e já teriam sofrido exposição anteriormente (Getty Creative)
Informações dos clientes de Oi, TIM, Claro e Vivo são de 2021 e já teriam sofrido exposição anteriormente (Getty Creative)
  • Dados de clientes de operadoras como Oi, Claro, TIM e Vivo estariam sendo distribuídos nas redes sociais

  • Informações estão disponíveis em um pacote de 6,4 GB para download

  • Clientes da Claro, da TIM e da Vivo são de 2021 já teriam sofrido exposição em 2021

Uma análise do pesquisador de segurança Clandestine (@akaclandestine) em colaboração com o TecMundo apurou que informações pessoais de clientes de operadoras como Oi, Claro, TIM e Vivo estariam sendo distribuídas nas redes sociais.

De acordo com a reportagem do TecMundo, os dados pessoais estão disponíveis em um pacote de 6,4 GB para download. "O arquivo tem reivindicação de um grupo novo chamado Surface Law e traz informações como nome completo, endereço residencial completo, telefone fixo, telefone móvel, CPF, CNPJ, email de contato, data de instalação e data de aquisição de produto", diz o texto.

A análise detalha que, das quatro operadoras envolvidas no vazamento, somente a Oi possui dados deste ano. Já as informações dos clientes da Claro, da TIM e da Vivo são de 2021 e já teriam sofrido exposição anteriormente.

A reportagem entrou em contato com as operadoras para esclarecimentos, mas não teve retorno.

Como se prevenir

Dentre as possíveis providências, os usuários podem fazer uso de VPN, uma rede privada que “mascara” o IP do computador. Além disso, outras medidas como o uso de senhas fortes, de antivírus, autenticação em dois e fazer backups são algumas das atitudes simples que podem auxiliar no uso da máquina com maior precaução.

Vale ainda se prevenir instalando um antivírus, nunca abrir links de desconhecidos e de amigos (que podem ter sido hackeados), ativar senha PIN no chip do celular e habilitar o segundo fator de autenticação.

Para comprovar se foi vítima de fraude, no site Registrato, do Banco Central, é possível verificar informações de empréstimos, financiamentos, chaves Pix e contas vinculados ao CPF.