Dançarinos transformam área externa do Museu de Arte Moderna em palco para espetáculos a céu aberto

Gilberto Porcidonio
Dançarinos usam parte externa do MAM como local de ensaio

Ao som dos pássaros que vivem nos jardins, dos aviões que decolam do Aeroporto Santos Dumont e dos ritmos diversos que cada um leva em suas caixas de som, uma turma boa de ginga tem tomado conta da área externa do Museu de Arte Moderna (MAM). E não é só porque dançar a céu aberto é uma delícia: a arquitetura do prédio tem dado uma mãozinha para não errar as coreografias. Cada passo dado ali é refletido nas vidraças, que funcionam como um grande espelho.

O local virou point: tem desde quem ofereça aulas de dança até profissionais que ensaiam para seus próprios espetáculos. O pessoal que gosta de “sacudir o esqueleto” para manter a forma física em dia também bate ponto na porta do museu. Os ritmos são tão variados quanto os motivos para dançar ali, onde se reúnem grupos de samba, zouk, K-pop, voguing, street dance e até solos de dança contemporânea.

O bailarino João Alves, de 23 anos, da Cia Gente, é um dos que se renderam à pista de dança monumental. Ele garante que o espaço externo do museu é, por si só, fonte de inspiração. Confira as histórias de outros dançarinos e o vídeo das coreografias.

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