Daniel Silveira e Eduardo Bolsonaro são barrados e não entram no plenário do STF

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Daniel Silveira (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Daniel Silveira (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Daniel Silveira e Eduardo Bolsonaro são barrados e não entram no plenário do STF

  • Plenário do Supremo julga hoje a ação penal contra o deputado Silveira

  • Parlamentar é acusado de ameaçar ministros da Corte e incitar animosidade entre as Forças Armadas e o STF

O Plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta quarta-feira (20) a ação penal contra o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), que é acusado de ameaçar ministros da Corte, incitar animosidade entre as Forças Armadas e o STF e tentar impedir o livre exercício dos Poderes da União. Silveira e o também deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram impedidos de entrar e acompanhar o julgamento do plenário. A informação é do portal UOL.

Segundo o portal, os parlamentares foram impedidos de acessar o plenário por uma resolução do STF que estabelece que somente advogados das partes envolvidas no julgamento em questão podem permanecer no local.

“Durante as sessões de julgamento presenciais, somente terão acesso ao plenário e às turmas do STF os ministros, os membros do Ministério Público, os servidores e os colaboradores indispensáveis ao respectivo funcionamento, e os advogados de processos incluídos na pauta do dia”, diz o texto do STF.

A resolução foi editada em fevereiro, quando a Corte determinou o retorno presencial. O acesso ao local foi restringido para evitar a contaminação pela covid-19.

De acordo com o UOL, o tribunal ofereceu aos deputados a possibilidade de acompanhar o julgamento do Salão Branco, que é uma "antessala" do plenário, mas eles recusaram e decidiram voltar para o Congresso.

"A casa é dos senhores, não é a nossa. Mas é totalmente diferente uma, duas, três pessoas querendo entrar de uma multidão querendo entrar", disse Eduardo Bolsonaro após ser barrado. "Se puder levar minha reclamação", pediu o parlamentar.

Mais cedo, conforme informou o portal Poder 360, Silveira chamou o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, de “marginal”.

“Eu fiquei 11 meses em um presídio. 11 meses, sem crime. Mas eu acho que estava mais livre, porque o menor presídio do mundo é a toga do ministro Alexandre de Moraes, que só cabe um marginal”, disse o deputado.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos