Daniel Silveira recusa intimação de Moraes e diz que não usará tornozeleira

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*ARQUIVO* São Paulo, SP, BRASIL, 02-05-2022:  Deputado Federal Daniel Silveira  atende a imprensa no segundo andar do  Clube Nacional (no Pacaembu) onde partido inicia escolha dos seus candidatos para Senador. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
*ARQUIVO* São Paulo, SP, BRASIL, 02-05-2022: Deputado Federal Daniel Silveira atende a imprensa no segundo andar do Clube Nacional (no Pacaembu) onde partido inicia escolha dos seus candidatos para Senador. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) se recusou a ser intimado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), segundo informou nesta quarta-feira (4) o oficial de Justiça encarregado da tarefa.

De acordo com o relato do servidor, o parlamentar afirmou que não vai mais usar o equipamento "pois está cumprindo o decreto do presidente da República" e não recebeu o mandado.

Silveira foi localizado por volta das 12h30 no Anexo 2 da Câmara, na área onde funcionam as comissões temáticas da Casa --o oficial de Justiça esteve antes no gabinete do parlamentar.

Na terça (3), o ministro Alexandre de Moraes, responsável pela ação penal em que o deputado é réu, determinou que Silveira devolva a tornozeleira eletrônica que está em seu poder e que não emite sinais, segundo as autoridades penitenciárias do Distrito Federal, desde o dia 17 de abril (Domingo de Páscoa) por falta de carga, e que um outro equipamento seja colocado nele.

A intimação recusada pelo deputado era para notificá-lo dessa decisão.

O ministrou ordenou ainda o bloqueio de R$ 405 mil em contas do parlamentar. O valor é referente à soma das multas diárias (R$ 15 mil) aplicadas por desrespeito a medidas restritivas impostas pelo magistrado no curso do processo.

"Desde a decisão que fixou a multa diária, proferida em 30/3/2022, o réu desrespeitou flagrantemente várias das medidas", afirmou Moraes.

Além do bloqueio, o ministro mandou notificar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que o débito seja descontado dos salários do réu, na proporção de 25%, até a sua quitação.

A Direção-Geral da Câmara recebeu nesta quarta a notificação sobre essa decisão. Técnicos legislativos informaram que o desconto será feito diretamente no salário do parlamentar.

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