Datena deixa o PSL e vai para o PSD, de Gilberto Kassab

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 22.06.2017: PRÊMIO-RISADARIA - O apresentador e jornalista José Luiz Datena  (Foto: Marcus Leoni/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 22.06.2017: PRÊMIO-RISADARIA - O apresentador e jornalista José Luiz Datena (Foto: Marcus Leoni/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - José Luiz Datena decidiu deixar o PSL e migrar para o PSD, partido comandado por Gilberto Kassab. O apresentador confirmou a mudança de sigla durante o programa Melhor da Tarde, da TV Band, nesta terça-feira (2).

"Desta vez, confirmo que vou ser candidato mesmo. A quê? A que o partido definir. Por enquanto, o candidato do PSD [à Presidência] é o Rodrigo Pacheco, mas se quiserem que eu ajude o Pacheco, posso ajudar. Mas desde o começo, desde que comecei a conversar com o PSL, conversei com a Janaina [Paschoal], que me fez o convite, disse que meu objetivo era o Senado. Ela queria que fosse candidato ao governo, mas meu objetivo sempre foi de fato o Senado", disse.

Em junho, Datena foi lançado pelo PSL como pré-candidato à Presidência. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em outubro, no entanto, Luciano Bivar, presidente da sigla que está em processo de fusão com o DEM para formar a União Brasil, disse que precisaria conversar com a cúpula do novo partido para decidir o que fazer em relação ao tema.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), deixou o DEM para se filiar ao PSD no final de outubro. Ele tem sido apresentado por Kassab como sua proposta presidencial alternativa ao PT e a Jair Bolsonaro.

Esta não é a primeira vez que Datena considera concorrer a um cargo eletivo na política. Até então, todas as vezes que esboçou disputar uma vaga acabou desistindo.

Em 2016, filiado ao PP, desistiu de tentar se tornar prefeito de São Paulo, quando Doria foi eleito em primeiro turno e derrotou o petista Fernando Haddad. Em 2018, Datena desistiu então de disputar o Senado pelo DEM 12 dias após anunciar a pré-candidatura.

Em 2020, filiado ao MDB, seria o vice na chapa encabeçada por Bruno Covas (PSDB), que foi eleito prefeito de São Paulo no pleito.

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