Dayane Mello diz que não foi estuprada por Nego do Borel: "Tenho claro o que aconteceu"

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Day deu sua versão aqui fora (Foto: Reprodução/Instagram/RecordTV)
Day deu sua versão aqui fora (Foto: Reprodução/Instagram/RecordTV)

Dayane Mello se posicionou pela primeira vez fora do confinamento sobre o episódio no qual Nego do Borel foi acusado de estupro de vulnerável contra ela em "A Fazenda". No Instagram, a modelo internacional publicou uma nota que diz que teve temo para refletir, conversar com psicólogos e pessoas de sua confiança até concluir que o funkeiro não teria cometido um crime naquela noite.

"O que mais me machuca é dar culpa a uma pessoa que não me abusou, não me estuprou sexualmente. Não aconteceu nada. Por mais que todas as mulheres do mundo queiram que eu seja porta-voz de um estupro, eu não vou ser. Não vou fazer uma pessoa passar por estuprador porque ele não me estuprou. Não sou capaz de levar essa responsabilidade sabendo o que aconteceu naquela noite", diz ela.

Em vídeo, Day afirma que lembra o que rolou com Nego e reitera que não vai mentir para agradar outras pessoas. "Tenho muito claro o que aconteceu. Se as pessoas quiseram acreditar que rolou um abuso sexual, não aconteceu. Que fique muito claro isso. Não vou fazer uma pessoa passar por aquilo que não é. Para quebrar esse silêncio, espero que respeitem o que eu decidi. Foi para a minha vida e para eu viver melhor. Não posso ser porta-voz de algo que não aconteceu", reforça a ex-peoa.

Caso gerou revolta e expulsão do músico

Nego do Borel foi expulso de "A Fazenda 13" no dia 25 de setembro, após a grande repercussão dos acontecimentos da madrugada pós-festa. Na ocasião, o cantor foi acusado de forçar sexo com Dayane Mello, que estava visivelmente bêbada. Deitados na cama, a modelo chegou a pedir para o funkeiro parar, mas não foi atendida.

De acordo com o colunista Leo Dias, do portal Metrópoles, a saída do funkeiro não foi uma escolha unânime na alta cúpula da emissora, mas a pressão do público e dos patrocinadores pesou para o resultado.

Adriane Galisteu afirmou na ocasião que ela e a Record TV não compactuam, "em hipótese alguma, com nenhum tipo de abuso, assédio, racismo, machismo, violência, discriminação ou preconceito contra a mulher ou qualquer outro gênero!".

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