Defesa de Flávio Bolsonaro seguiu três das cinco recomendações feitas pela Abin

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Rio de Janeiro State Senator Flavio Bolsonaro listens as his father, Brazil's President Jair Bolsonaro, makes media statement announcing economic measures during the coronavirus disease (COVID-19) outbreak in Brasilia, Brazil, March 27, 2020. REUTERS/Ueslei Marcelino
Flávio Bolsonaro é acusado da prática de rachadinha quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) seguiu três das cinco recomendações feitas pela Agência Brasileira de Inteligência, a Abin. A informação foi revelada pela coluna de Guilherme Amado, da Época.

As recomendações feitas pela Abin foram feitas com o objetivo de pedir a anulação do caso Queiroz, no qual Flávio e o ex-assessor são acusados da prática de rachadinha.

A primeira recomendação seguida pela defesa de Flávio foi pedir via Lei de Acesso à Informação no Serviço Federal de Processamento de Dados uma apuração especial de provas de que o perfil tributário do filho do presidente Jair Bolsonaro foi acessado de forma indevida.

Outra orientação da Abin seguida pela defesa foi ajuizar uma ação penal, apresentando uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República.

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A terceira, cumprida parcialmente, foi substituir servidores da Receita. No relatório da agência, a ação foi chamada de “neutralização da estrutura de apoio”. Segundo a Época, até o momento, foi exonerado um servidor, há duas semanas: Christiano Paes. Os demais não foram tirados até o momento.

As duas medidas que não foram seguidas pela defesa de Flávio Bolsonaro foram envolver a Controladoria-Geral da União para conseguir documentos e, além disso, não tentou propor a judicialização do caso, por meio da Advocacia-Geral da União.