Delegado confirma indícios de injúria racial de Rafael Ramos

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Apesar de laudo pericial não afirmar o que foi dito, delegado do caso confirmou indiciamento de lateral português.
Apesar de laudo pericial não afirmar o que foi dito, delegado do caso confirmou indiciamento de lateral português. Foto: (Silvio Avila/Getty Images)

Apesar do laudo pericial produzido pelo Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul concluir que é inviável confirmar que o lateral direito português Rafael Ramos, do Corinthians, tenha dito termos racistas a Edenílson, meio-campista do Inter, o delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul responsável pelo caso, Roberto Sahagoff, afirmou que o defensor português será indiciado pelo crime de injúria racial.

Mesmo sem expor os indícios que utiliza para que o inquérito seja finalizado, o delegado entende que a perícia não está diretamente vinculada com a decisão que concluiu o inquérito policial: "O laudo do IGP não nos vincula. Não vincula o resultado com a decisão da polícia. Tanto que nós vamos concluir o inquérito entendendo que houve o crime de injúria (por parte de Rafael Ramos). Há indícios suficientes da prática de um crime de injúria racial. Com esses elementos indiciários, vamos finalizar o inquérito".

Leia também:

O indiciamento de Rafael Ramos não indica que ele seja preso imediatamente. Os documentos organizados pela Polícia Civil serão entregues ao Ministério Público que decidirá se o caso será levado adiante ou arquivado.

Entenda o caso

No empate em 2 a 2, o jogador colorado, que tem passagem vitoriosa pelo clube do Parque São Jorge, acusou o defensor português de tê-lo chamado de "macaco" em uma disputa de bola na lateral do gramado do Estádio Beira-Rio. Após a partida, o corintiano foi detido em flagrante pela polícia, ainda na casa do Inter, e teve de pagar fiança de R$ 10 mil para ser liberado.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos