Depois de conquistar o mercado americano e prêmios internacionais, a cachaça Cãna chega ao Brasil

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Os amigos Guilherme Junqueira e Nick Walker não imaginavam que uma bebedeira em uma noite poderia virar o negócio da vida deles. Em 2018, quando o primeiro ainda se dedicava a criar sapatos na marca Mari Giudicelli e o outro focava 100% em sua empresa de consultoria, eles rascunharam o que viraria a cachaça Cãna, que está sendo lançada agora no Brasil — um ano após conquistar o mercado americano. “Meses depois daquele dia, o Nick encontrou nossos rabiscos e me mandou fotos. Retomamos a ideia e comecei a pesquisar sobre alambiques. Fui visitar vários, caseiros e grandes, até chegar à Fazenda Soledade, em Nova Friburgo, do mestre cachaceiro Vicente Bastos Ribeiro (criador da Nêga Fulô)”, conta Guilherme.

Ao lado de Vicente, foram meses de testes e provas até o produto final: um destilado fresco, que não arde na garganta. “Bebemos mais de 30 testes até chegarmos em um resultado elegante”, conta o designer sobre a bebida que ganhou duas medalhas de ouro: o Bartender Spirit Awards (2020) e o São Francisco Spirit Awards (2021). “O que faz a nossa cachaça ser tão especial é a água. A fazenda tem três nascentes puríssimas”, destaca.

Além do sabor, outro trunfo da Cãna é a identidade visual, bem contemporânea e cool. “Como trabalhei com moda, trouxe essa estética de lifestyle brasileiro”, conta ele, que faz a garrafa na França e as rolhas em Portugal. No Rio, já tem em bares como Quartinho e hotéis como o Janeiro e as vendas (R$ 120, a garrafa) são pelo site rinkcana.com

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