Depois de ‘coxinha’ e ‘calça apertada’, Doria assume ser ‘chato’ em vídeo de campanha para prévias do PSDB

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A pouco mais de duas semanas para a votação das prévias do PSDB, o governador João Doria, que tenta ser o candidato do partido à Presidência, intensifica sua movimentação para angariar votos. Para isso, ele voltou a assumir apelidos famosos como o de “coxinha”, preferido de setores da esquerda, e de “calça apertada”, frequentemente usado por Jair Bolsonaro. A novidade, em vídeo de campanha que circula nas redes sociais, é o uso do adjetivo “chato”, também usado em referência a Doria, que resolveu se apropriar da característica.

“O Doria pode ser coxinha, usar calça apertada e exagerar no marketing pessoal. Ele pode até ser chato. Mas ele fez o que qualquer presidente cabeça no lugar faria: trabalhar sem importar o partido, a ideologia, o sexo, a religião”, diz um trecho do vídeo de campanha, que valoriza a atuação do governador de São Paulo na vacinação contra a Covid-19 e seus feitos à frente do estado.

Os principais alvos do conteúdo são Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), citados em imagens e na narração desde os primeiros segundos do vídeo. Segundo a peça de campanha, foi Doria quem se movimentou para vacinar os brasileiros “no pior momento da pandemia”, enquanto seus adversários “procuravam apelidos” para o governador.

O conteúdo lembra ainda que Lula, o General Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional de Bolsonaro, e a mãe do presidente da República foram imunizados com a vacina CoronaVac, vacina distribuída nacionalmente pelo Instituto Butantan, que é ligado ao Governo de São Paulo.

Ainda em março deste ano, Doria já havia ironizado seu apelido de ‘calça apertada’ ao reivindicar o protagonismo sobre a CoronaVac. Na ocasião, quando atacado por por apoiadores de Bolsonaro, respondeu dezenas deles de forma irônica: “De calça apertada vacinando todos!”.

Mais tarde, em maio, quando tomou a primeira dose do imunizante, escreveu que foi vacinado "de calça apertada" e sem virar jacaré, em alusão a uma fala do presidente em dezembro de 2020, quando sugeriu supostos riscos de efeitos colaterais à vacinação.

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