Depois da alta da gasolina, preço do gás às distribuidoras pode dobrar e afetar do motorista à indústria. Entenda

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RIO - O reajuste que a Petrobras pretende aplicar aos contratos para fornecimento de gás a distribuidores tem potencial de afetar a economia como um todo: da indústria que depende do produto ao motorista que usa o gás natural veicular (GNV), chegando até o consumidor final. A estatal propôs aumentos que significam, na prática, dobrar ou até quadruplicar o preço da molécula a partir de 1º de janeiro de 2022.

O gás tem efeito multiplicador. Ele é usado por indústrias como as de vidro, cerâmica, siderurgia e petroquímica, entre muitas outras. É também a fonte de abastecimento das usinas termelétricas, que foram acionadas este ano por muito mais tempo que o habitual para garantir a energia durante o período seco, que vai até o fim de novembro.

E é alternativa para quem busca fugir da escalada de preço da gasolina, um dos vilões da inflação, que acumula alta de 10,67% em 12 meses até outubro. Um aumento no preço do gás poderia bater até na conta de luz mais adiante, em razão dos custos das usinas termelétricas.

Entenda por que a Petrobras quer reajustar o preço do gás e quais os impactos da alta sobre a economia.

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