Deputado federal Túlio Gadelha anuncia filiação à Rede Sustentabilidade

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O deputado federal Túlio Gadelha anunciou, neste domingo, em suas redes sociais, sua filiação à Rede Sustentabilidade. Com isso, ele deixa o PDT, partido em que se envolveu em um mal-estar ainda nas eleições de 2020, no estado em que foi eleito, Pernambuco. Mais cedo, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) já havia anunciado a chegada do deputado à sigla, com boas vindas em um evento no Recife, neste sábado. O senador disse receber “com entusiasmo esse cabra que não teme uma luta”.

"’Voltei Recife, foi a saudade que me trouxe pelo braço…’ no ritmo do frevo, de Alceu Valença, dou boas vindas ao querido amigo deputado Túlio Gadelha, agora filiado a Rede Sustentabilidade. Eu e Heloisa Helena recebemos com entusiasmo esse cabra que não teme uma luta. Estamos juntos!”, escreveu Randolfe, que citou a ex-senadora Heloísa Helena, hoje em cargo correspondente ao de presidente do partido.

Em publicação mais discreta em seu perfil no Twitter, ainda no sábado, Gadelha foi sucinto e fez um trocadilho com o nome da sigla. “Hoje a rede vai balançar!”, anunciou. Neste domingo, porém, o deputado já havia atualizado seu perfil no Instagram com sua filiação à Rede. Em uma das publicações, agradeceu a receptividade do partido “com acolhimento, respeito e alegria”.

“Todos com muita esperança em construir futuro, de preferência, sem Bolsonaro”, completou o parlamentar.

No post seguinte, ressaltou a presença da fundadora do partido, a ex-ministra e ex-candidata à Presidência Marina Silva, no evento de filiação.

“E ela estava lá, conosco. Nossa Marina Silva participou e acompanhou do começo ao fim. Em 2022 a Rede Sustentabilidade elegerá deputados em Pernambuco. O time está sendo montado. Gente preparada e comprometida com as pessoas mais vulneráveis e com a vida do nosso planeta. Sigamos!”, projetou Gadelha.

De saída do PDT, Gadelha foi protagonista de crise no partido, especialmente em seu diretório em Pernambuco, ainda na corrida pelas eleições de 2020. Sua intenção era ser o candidato pedetista em Recife, mas ele foi vetado pela direção nacional da sigla. A escolha do PDT foi apoiar a campanha de João Campos (PSB), hoje prefeito da capital pernambucana. O deputado federal, porém, preferiu se colocar ao lado da à época candidata Marília Arraes (PT) e acusou a "coordenação da campanha do PSB" de negociar para que ele não mais se manifestasse sobre o pleito.

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