Desembargador do caso Cachoeira retoma julgamento e pode libertar contraventor

Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, ao lado do seu advogado, Márcio Thomaz Bastos (Foto: AE)Cândido Ribeiro, desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, pretende continuar com o julgamento do habeas corpus de Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinho Cachoeira, nesta segunda (18).

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Se liberado pelo magistrado, o habeas corpus pode libertar o bicheiro e também anular as provas das operações Vegas e Monte Carlos, realizadas pela Polícia Federal.

Em entrevista concedida ao portal G1, o desembargador afirma que irá analisar se a investigação obedeceu a Constituição, caso contrário há a possíbilidade de anular as escutas telefônicas.

Na última terça-feira (12) o desembargador Tourinho Neto, relator da ação na Corte, considerou as provas apresentadas ilícitas e votou a favor da anulação das interceptações telefônicas.

Além de Tourinho e Ribeiro, um terceiro colegiado tem direito a voto, o juiz federal Augusto Souza. Se um dos dois magistrados concordar com os argumentos do relator, as provas deverão ser retiradas dos autos.

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