Desempregado há seis anos, técnico campeão da Champions assina com time coreano

O ano era 2012, e um dos mais “novos ricos” do futebol europeu, o Chelsea, conseguia sua primeira conquista da Liga dos Campeões. À frente do comando técnico da equipe estava o desconhecido Roberto Di Mattteo, antes assistente e promovido de última hora após a demissão do português André Villas-Boas. Nessa semana,ele assinou um contrato com o Jeonbuk Motors, voltando ao comando técnico de um clube após seis anos.

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No Chelsea, o ápice de sua carreira, o italiano havia sido contratado como auxiliar técnico em 2011, mas, naquela mesma temporada, no ano seguinte, foi promovido ao comando do time e acabou liderando a equipe de Drogba e companhia na conquista então inédita do título europeu.

Os resultados na temporada seguinte, porém, encurtaram a passagem de Matteo pelo clube londrino. Naquele mesmo ano, o Chelsea perderia a Supercopa da Inglaterra para o Manchester City após ser derrotado por 3 a 2.

Pouco tempo depois, time e treinador perderiam mais um título, o da Supercopa da Uefa, para o Atlético de Madri, sendo goleado por 4 a 1 na decisão. Com a sequência de resultados ruins e com uma iminente eliminação da fase de grupo da Liga dos Campeões (que acabou sendo concretizada), ele foi mandado embora, antes mesmo de completar um ano no cargo.

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Após deixar o clube inglês, ele ainda dirigiu o Schalke 04 entre 2014 e 2015 e o Aston Villa em 2016, não comandando mais nenhum clube desde então.

Agora, ele assina com o clube mais vitorioso da Coreia do Sul, com nove títulos nacionais, cinco deles nos últimos cinco anos. Atualmente, o Jeonbuk Motors ocupa a segunda posição na K League, a cinco pontos do líder, o Ulsan Hyundai.