Desfile da Beija-Flor sobre intolerância tem Pabllo Vitar e Jojo Todynho

Equipe HuffPost
Desfile da Beija-Flor tem Pabllo Vitar e Jojo Todynho.

Atual terceira no rol das campeãs do Rio de Janeiro, a Beija-Flor de Nilópolis fez um desfile cheio de críticas sociais na madrugada desta terça-feira (13). Com participação da funkeira Jojo Todynho e da cantora Pabllo Vitar, a agremiação falou de intolerância, desigualdade social e corrupção.

Última a entrar na Sapucaí, a Beija-Flor trouxe o samba-enredo "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu". O desfile comparou o romance "Frankenstein", de 200 anos, às mazelas brasileiras.

A escola lembrou o romance da autora inglesa Mary Shelley e fez um paralelo entre os motivos que levaram à criação do monstro pelo Dr. Frankenstein e as origens dos problemas no País: ambição e ganância. O enredo também comparava o abandono do monstro ao abandono do povo brasileiro.

Na crítica à corrupção, teve a "ala dos roedores dos cofres públicos" e a dos "lobos em pele de cordeiro". A ala dos "Vampiros sanguessugas exercem seus podres poderes" também marcou presença.

A figura do vampiro também foi usada pela Paraíso do Tuiuti, como uma sátira ao presidente Michel Temer, no dia anterior. Outra escola com desfile marcado pela crítica a políticos foi a Mangueira, que comparou o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, a Judas.

No desfile da Beija-Flor, a Petrobras foi representada por um carro com o edifício sede da empresa, que vira uma favela atrás de um grande rato, além de fantasias com barris de petróleo na...

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