Desfile do Grupo Especial do Rio tem policiamento reforçado na dispersão após morte de menina

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Quem foi assistir a primeira noite de desfiles das escolas do Grupo Especial, nesta sexta-feira, encontrou um policiamento feito por homens do Batalhão de Choque da PM, além de guardas municipais, no lado de fora da dispersão do Sambódromo. Neste local, na última noite de quarta-feira, a menina Raquel Antunes da Silva, de 11 anos, ficou imprensada entre um carro alegórico e um poste. Ela teve uma perna amputada e acabou morrendo quase 48 horas após o acidente no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. Apesar do aparato aparentemente reforçado, até pouco antes do início dos desfiles, não houve nenhum registro de tumulto ou de protestos.

No interior da dispersão, importante setor usado para saída dos componentes das escolas, também havia uma estrutura de segurança para o desfile. Cerca de 30 guardas municipais, bombeiros, maqueiros e policiais ficam disponibilizados para trabalhar no local, que também conta com um posto médico. Seis ambulâncias, seis guindastes e duas empilhadeiras também foram posicionadas no setor para auxiliar a saída de passistas e de carros alegóricos.

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