Dez histórias de mulheres que superaram o câncer de mama

Evelin Azevedo
·16 minuto de leitura

Receber o diagnóstico de um câncer de mama não é fácil, principalmente num ano como 2020. No entanto, ler relatos de pessoas que enfrentaram a doença a e agora estão curadas ajuda novas pacientes a manterem as esperanças em seus processos de cura. Por isso, o EXTRA trouxe histórias de quem venceu a batalha.

— Grupos de apoio são fundamentais para a paciente se sentir acolhida, perceber que não está sozinha. Mas é importante lembrar que cada doença é única e que nenhuma história é igual à outra — afirma a oncologista Sabrina Chagas, da rede Oncologia D’Or.

O tratamento não traz só efeitos colaterais físicos, mas também psicológicos. A queda do cabelo e a retirada da mama costumam abalar a autoestima da mulher, pois impacta duas partes do corpo muito relacionadas à feminilidade.

— Manter o equilíbrio emocional da paciente é fundamental para o tratamento, pois o desenvolvimento de quadros depressivos ou de ansiedade pode fazê-la querer desistir — explica a psicóloga Alessandra Augusto.

A estimativa do Inca é que 66 mil novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados este ano. Quanto mais precoce for a descoberta, maiores as chances de cura. Mulheres de todas as idades devem fazer o autoexame da mama pelo menos uma vez por mês. A partir dos 40 anos, é indicado uma mamografia anual. Em caso de qualquer alteração, um mastologista deve ser consultado.

Trabalhava em uma pizzaria no ano de 2017, estava conversando com um funcionário e mexendo no cordão que do nada, caiu. Quando fui pegar senti um caroço no peito. Passei a mão novamente e me desesperei porque nunca tinha sentido ele antes. No dia seguinte procurei um clínico geral que me passou uma ultrassonografia da mama. Fiz a ultra e a médica me recomendou procurar um mastologista. Aí começou minha correria contra o tempo. Mamografia, biópsia e o resultado. Quando o médico falou "Tathi, você está com câncer de mama", eu me desesperei, gritei, chorei, porque infelizmente a gente não lembra de quem se curou, só lembra do artista ou do conhecido que faleceu!

O câncer que eu tive era do tipo triplo negativo, o mais agressivo. Passei por oito sessões de quimioterapia sendo, quarto vermelhas e quatro brancas. Meu cabelo caiu 15 dias após a primeira sessão e a sobrancelha também. Em maio de 2018 passei pela operação mastectomia total. Esse foi e continua sendo o momento mais difícil, eu me olhar no espelho sem uma mama. Dou graças a Deus também porque estou viva e a cicatriz é a marca da minha vitória!

Minha família e meus filhos foram meu porto seguro em todo o tratamento, sem o apoio deles seria bem mais difícil. E Deus me sustentou todos os dias, porque sem Ele nada somos.

E depois de 3 anos, infelizmente passei por tudo novamente. A doença não voltou em mim, mas foi diagnosticada na minha irmã. Acompanhei ela em todas as sessões de quimioterapia. Estive juntinho no dia que ela operou, fazendo também a mastectomia total. Hoje estamos curadas! Para aquelas que pegaram o diagnóstico recente ou estão passando pelo que passei, não desistam, lutem! Cabelo nasce, sobrancelha também: o mais importante que isso tudo é a nossa vida, é a nossa cura!

Fui diagnosticada com câncer mama dia 4 de março de 2016. Chorei muito e pensei "meu Deus, vou morrer e só tenho 35 anos". Eu só pensava na minha mãe. Meu câncer era grau 3 localmente avançado. Eu só me questionava "por que eu, meu Deus?", é o que todas nós questionamos. Iniciei tratamento com oito sessões quimioterapia, e em março 2017 fiz a cirurgia para retirada do peito.

Antes disso em setembro tive neutropenia gravíssima (queda de glóbulos brancos no sangue, responsáveis pelo sistema imunológico). Se eu tivesse alguma infecção, poderia vir a óbito. O que me restou ser forte e lutar pela vida, não tinha outra opção.

Sofri muito com tratamento, tive todas sequelas possíveis, até queimaduras grau 3 por causa da radioterapia. Sentia meu corpo muito fraco. Todos os dias eu achava que seria o meu último. Hoje estou bem, vivo com algumas sequelas, mas sou grata a Deus.
Com o câncer aprendi que minha família é minha base, quem eram os verdadeiros amigos e quem nunca foi. Aprendi que devemos agradecer a Deus por tudo, até pela água que bebemos. Depois que eu tive que pedir para molharem a minha boca com uma gaze, pois estava com sede, que eu vejo o valor de uma gota d'água.

Para mim, o câncer não foi o fim e sim uma nova vida sendo melhor do que já fui. E sei que cada uma de nós temos nosso legado. O meu é de doar todo amor que posso e viver a vida intensamente, afinal só tenho o hoje.

Ao observar meus desafios nesse período, pensei em uma maneira de ajudar outras pessoas. Fundei no dia 15 de janeiro de 2018 o Grupo Unidas para Sempre, que tem como objetivo dar suporte e apoio ao paciente com câncer e outras patologias. Criei um grupo nas redes sociais para que mulheres com câncer pudessem compartilhar entre elas suas dores. O número de participantes foi aumentando e ainda tivemos indicações de profissionais que se apresentavam como voluntários. Atualmente, contamos com o apoio de psicólogas, nutricionistas, advogadas, oncologistas, clínico geral entre outros profissionais, que atendem as pessoas que não possuem recursos para cobrir esses custos.

Fui diagnosticada em 2017 (carcinoma ductal invasivo) após perceber nódulo na mama, que à priori acreditei ser nódulo de leite, pois estava amamentando. Procurei o serviço médico e confirmei a doença. A médica abriu o exame e perguntou se tinha visto o resultado. Disse que não e com tristeza ela respondeu que infelizmente o diagnostico deu positivo para câncer. Respirei e perguntei: "O que vamos fazer agora para cuidar deste problema?". Ela me encaminhou para alguns exames. Fui ver minha mãe e contei para ela. Muito sábia, ela me disse que resolveríamos e que tudo daria certo. A partir daí me agarrei na esperança e fui para minha peregrinação.

O diagnostico foi em outubro e iniciei a quimioterapia em dezembro. Em junho do ano seguinte fiz a quadrantectomia (cirurgia que só remove um quarto da mama para a retirada do tumor) com simetria de ambas as mamas. Em julho iniciei a radioterapia e por opção para complementar o tratamento fiz quimioterapia oral. Atualmente sou acompanhada trimestralmente pelo serviço oncológico.

A cura foi um presente de aniversário em setembro de 2019.

Durante o processo de tratamento permaneci realizando minhas atividade laborativas, com algumas restrições, é claro. Trabalhei, fiz curso de formação, atividade física, namorei, viajei, cuidei da casa e dos filhos, em principal da bebê de 1 ano e alguns meses. Confesso que a espiritualidade, amigos e familiares foram meu porto seguro para a condução da minha cura. Sempre acreditei e nunca desisti.

A perda do cabelo foi significante. Só que sou filha de cabeleireira e tudo se tornou mais fácil. Escolhi uma peruca que se adequou bem e pensei: "cabelo cresce o importante é ser curada".

Digo às mulheres se toquem, se amem e não permitam que o diagnostico do câncer seja maior que a sua vontade de viver. Priorize a sua cura e seja feliz.

Em 2010, durante um período menstrual, senti uma pequena dor na lateral da mama direita, que em alguns dias passou. Não dei atenção, estava em meio a montagem de uma exposiçao de arte e achei que talvez tivesse sido por carregar algum quadro. No mês seguinte, novamente. Tive a impressão, ao apalpar, de uma pequena elevação. Fui à ginecologista que receitou mamografia e ultrassom, que eu havia feito um ano antes. Ela recebeu o resultado diretamente do laboratorio, chamou a mim e meu marido ao consultorio para dar a notícia. Senti um grande susto, pois não havia nenhum caso na família.

O tipo de câncer foi o carcinoma ductal invasivo tipo Her2, e cresceu muito rápido, tinha 6 cm quando descoberto e estavam comprometidos todos os linfonodos axilares protetores do lado direito.

O tratamento foi através de quimioterapia, inicialmente para diminuir o tamanho do tumor e também evitar que as células do câncer se espalhassem, seguido de cirurgia para retirada. Depois passei por radioterapia e quimioterapia novamente. epois, 5 anos de medicação diária via oral, preventiva.

O momento mais difícil foi a “fase da notícia”. Eu tinha 45 anos, 2 filhas, trabalhava, uma vida muita agitada. E nenhum antecedente, não fazia parte de grupo de risco. Ao receber o diagnóstico fui avisada que o tratamento poderia durar 1 ano e que talvez tivesse que interromper minhas atividades.

Devemos acreditar na importância das pesquisas (como estamos percebendo com o COVID), o mesmo acontece com outras doenças e com o câncer. Acreditando nisso me engajei há 2 anos, como voluntária, ao Instituto Projeto Cura, que é a única organização na América Latina, com sede em SP, que busca conscientizar sobre essa importância e arrecadar recursos para financiar as tao importantes pesquisas científicas sobre o câncer.

Com a ciência vamos vencer o câncer.

Em fevereiro de 2013, aos 40 anos, fui diagnosticada com um câncer de mama num exame de rotina. No ano anterior, minha mamografia apresentava apenas calcificações isoladas, mas ano seguinte, insisti com o meu médico que queria refazer o exame porque estava sentindo agulhadas na mama e estava achando muito estranho. Apesar dele dizer que era normal e que o protocolo era repetir a cada dois anos, realizei o exame e o laudo já apresentou calcificações agrupadas. Realizei uma mamotomia e o resultado deu um carcinoma in situ confirmou.

Eu tenho que agradecer a forma que meu médico me contou. Ele falou sobre o câncer de mama, o que era, como surgia, quais os tratamentos, os passos de tratamento, as sequelas e principalmente as chances de cura. Foi um divisor de águas. Seria outra paciente se não tivesse sido tão preparada. Sem entender nada do que ele estava falando, eu perguntei “mas o que eu tenho?”, e ele com toda a delicadeza me disse olhando nos meus olhos “você tem um câncer de mama”. Só aí saiu a ficha. Entrei em choque. Não era mais eu que estava no meu corpo, eu leva o meu corpo para tratamento. Muito estranho. Ter que ser racional, tomar decisões e tentando não deixar a emoção me congelar.

A minha cirurgia foi realizada um mês depois, em março, já com a reconstrução da mama e o implante de prótese.

Acho que o momento mais difícil é o diagnóstico e o medo do que vai vir. Foi nesta época que a minha relação com a vida mudou. Os bens matérias hoje não têm o mesmo peso e importância que tinham anteriormente. Meus filhos eram pequenos e imaginar que eu não os veria crescer me fez enfrentar a doença e o medo. Estudar muito sobre a doença me ajudou muito. Nos anos seguintes fiz muitas palestras, participei de uma campanha do AC Camargo. Poder ajudar outras mulher me ajuda a curar as minhas cicatrizes.

Em dezembro de 2018 eu senti um pequeno nódulo na mama direita ao amamentar. Por achar que poderia ser leite empedrado, não dei muita importância. Em janeiro de 2019, fui na ginecologista e ela me pediu uma ultrassom, mas no toque, disse que não parecia ser nada demais e me passou um remédio pra dissolver porque poderia ser gordura. Tomei o remédio e me esqueci da ultra. Em abril senti que o nódulo não reduziu com o remédio, pelo contrário, cresceu consideravelmente e aí eu fiz a ultrassom que acusou BIRADS 4. O que já foi preocupante. Então com esse resultado foi pedido uma biópsia e no resultado da biópsia deu carcinoma invasivo da mama tipo não especial grau 3.

Foi um choque, não tinha nenhum caso na família e a gente sempre ouve na televisão que câncer de mama pode dar em mulheres com mais de 40 anos e eu com 25 tinha o diagnóstico. Foi muito difícil, mas minha família sempre ficou do meu lado, minha mãe e minhas irmãs foram fundamentais pra tudo. Minha filha mesmo sendo pequenina, me deu muita força.

Meu protocolo de tratamento foi de 4 quimioterapias vermelhas para reduzir o tumor que já estava grande (cerca de 10 cm), e meu corpo correspondeu super bem a quimioterapia. Graças a Deus e fiz a retirada do tumor através de mastectomia total. Logo após, recebi mais 12 quimioterapias brancas e 15 sessões de radioterapia.

Eu tinha um apego muito grande ao meu cabelo e foi uma das coisas mais difíceis de superar, mas me redescobri, me achei linda até mesmo sem cabelos, me amei mais e com certeza sou uma mulher melhor.

Se você recebeu este diagnóstico, sinta-se abraçada por mim, não é fácil, mas aceite, abrace a causa e enfrente com todas as suas forças. O importante é nunca deixar que o câncer tome você.

Em 2017 eu estava tomando banho e senti um nódulo na minha mama. Na mesma hora, meu coração disparou, como se eu tivesse certeza que aquele nódulo era um câncer. Contei imediatamente para os meus pais e eles acharam que não era, mas me recomendaram procurar um médico. O ginecologista apalpou minha mama e mesmo eu não fazendo parte do grupo que tem mais risco para câncer de mama (eu sou nova e já tinha uma filha), ele me solicitou uma mamografia. O resultado foi sugestivo para uma biópsia.

Fiz o exame e o meu pai foi pegar o resultado. Minha mãe abriu e como não entendia algumas coisas, foi procurar na internet e tirou as conclusões dela de que não era câncer. Ela ficou tão feliz e me contou que tinha pedido a Deus para que se eu estivesse doente, que era para Ele tirar a vida dela e dar para mim. Como também sou enfermeira, fui olhar o exame e li carcinoma ductal invasivo. A primeira coisa que eu pensei foi "como vou contar para a minha mãe que ela entendeu errado?". Fiquei em choque e disse a ela que eu precisava procurar um médico.

Meu tratamento foi com seis ciclos de quimioterapia branca e vermelha juntas. Depois fiz a mastectomia.

No entanto, o momento mais difícil para mim foi antes disso. Tive que entregar uns exames e em um deles descobri que estava com metástase nos ossos. Quando o médico disse, foi como se ele tivesse falado para mim que eu tinha data e hora para morrer, porque dentro da medicina e na sociedade essa palavra "metástase" ainda tem gente significado ligado à morte. O chão abriu para mim naquele momento e eu comecei a questionar a Deus.

Porém, no outro dia, eu levantei a minha cabeça e comecei a pedir perdão a Deus por ter questionado e pedi para que Ele fortalecesse a minha fé e que me desse forças para passar por esse processo. Olhei para minha filha e percebi que a minha força era ela, que eu tinha que lutar pela minha vida e pela dela.

Hoje eu posso dizer que estou limpa, que não tenho mais nenhum câncer no meu corpo.

Minha história começou em 2016. Um dia acordei e pensei "vou fazer um autoexame da mama". Fui tomar banho e descobri um nódulo. Fui procurar um médico. Fiz todos os exames e não era nada, então combinamos de acompanhar. Em 2018, fui fazer o exame novamente e o tumor tinha virado maligno e foi um susto.

A palavra “câncer” é muito forte e durante um tempo do tratamento eu não conseguia pronunciá-la, pois para mim era uma sensação de morte. A parte mais difícil do processo foi criar coragem para contar para os meus filhos.

Durante o tratamento, meu cabelo começou a cair. Primeiro, passei a ficar com ele sempre preso. Um dia, no trabalho, fui ao banheiro e cortei uma parte. Prendi o restante e fui para casa. Raspei ele no banheiro. Quando eu saí do banheiro, ficou aquele silêncio na casa. Todo mundo sentiu junto comigo. Mas esse foi o começo da minha aceitação. E quando eu aceitei, comecei a lutar. Fiz as quimioterapias, fiz a quadrantectomia e o esvaziamento das axilas.

Um dia, conheci uma mulher que me chamou para fazer canoagem. Um tempo depois eu aceitei e isso mudou a minha vida. Naquele grupo realmente me senti acolhida. Toda vez que eu colocava o remo na água, eu sentia como se estivesse flutuando. Por causa da cirurgia, fiquei com dificuldade de levantar o braço. Com essa atividade, recuperei os movimentos. Com elas eu encontrei uma verdadeira família.

O câncer me deu uma nova vida. Sem ele eu não teria conhecido essas pessoas maravilhosas. Me sinto mais viva do que antes, nem parece que vou fazer 49 anos em janeiro.

Em uma viagem em julho de 2017, parada no trânsito, sem perceber levei a mão no seio direito e senti um caroço como se fosse um cisto muito pequeno. Mas de formato diferente, meio retangular. Fiquei um pouco preocupada. Já no dia seguinte procurei um médico, fiz uma ultrassom e lá estava birads 4. Meu mundo desabou naquele momento, sabia que não era coisa simples.

Estava com minha irmã seis anos mais velha, que estava em tratamento há 2 anos com um resultado idêntico ao meu. Dali em diante foi só encarar. No primeiro atendimento no hospital do câncer fiquei tão desesperada que saí da sala do médico direto pra sala da psicóloga.

Uma semana depois entrei pra cirurgia. A princípio estava tudo no começo, nem quimioterapia iria precisar. Operei e 15 dias depois fui viajar. Durante um banho no hotel passei a mão na mama e lá estava o tumor crescendo novamente. Quando terminei a viagem, fui direto ao hospital. Fiz novos exames e depois de 4 quimioterapias o tinha tumor dobrado de tamanho era um câncer triplo negativo, com mutação genética.

O pior momento pra mim foi perder o cabelo, mas pra esquecer um pouco a situação desenvolvi o gosto por esportes, caminhadas longas, andava de bicicleta, fazia corridas de rua.

O diagnóstico aconteceu em 2010. Um belo dia eu fui fazer movimento com braço e que um pedacinho da minha mama entrou, como se tivesse um buraco. Quando eu toquei, vi que tinha algo diferente. Fui no médico ginecologista e ele fez os exames, e disse que não era nada. Me pediu para repetir seis meses depois. Passado esse tempo, fiz de novo os exames e a médica me indicou fazer uma pulsão. Quem viu o resultado foi a minha mãe, ela já me contou dizendo que já tinha marcado oncologista e mastologista. Eu tomei um susto, mas minha família me deu muita tranquilidade.

Meu tratamento foi quimioterapia, cirurgia (quadrantectomia) e radioterapia. Meu tratamento durou 8 meses e não tive muitos efeitos colaterais, mas meu cabelo caiu. Na época, comecei o meu blog. Fiquei curada, mas em 2018 fui diagnosticada com um câncer no ovário, mas não era metástase.

Por causa do câncer, fiz um exame genético e descobri que tenho um gene raro. Para mim, uma coisa muito importante nesse processo todo foi conhecer a importância da pesquisa científica. Fiquei tão encantada que me tornei voluntária do Projeto Cura, um projeto que visa arrecadar fundos para pesquisas científicas na área do câncer de mama.

Digo às mulheres que estão recebendo o diagnóstico: você não está sozinha. O câncer aconteceu duas vezes comigo. E dez anos depois eu estou aqui para contar a minha história.