Dezenas de bombardeamentos num "ataque preventivo" de Israel a Gaza

Israel levou a cabo uma onda de ataques aéreos em Gaza na sexta-feira, em resposta às ameaças da Jihad Islâmica, que prometia atacar o território israelita, devido à detenção de um dos seus líderes na Cisjordânia.

De acordo com as autoridades palestinianas, o ataque provocou dez mortes, incluindo uma criança de cinco anos e dezenas de feridos. Num discurso transmitido a nível nacional o primeiro-ministro de Israel, Yair Lapid, disse que o país lançou os ataques com base em "ameaças concretas".

A instrução recebida pelas forças de segurança foi inequívoca: Israel não ficará de braços cruzados quando houver quem esteja a tentar prejudicar os seus civis. Este governo tem uma política de tolerância zero para qualquer tentativa de ataque - de qualquer tipo - de Gaza em direção ao território israelita. (...) Não aceitaremos qualquer ameaça aos residentes. (...) Israel não está interessado numa ampla campanha em Gaza, mas também não tem medo dela.

As Forças Armadas de Israel dizem que morreram 15 terroristas na operação. Taysir al-Jabari, o comandante da Jihad Islâmica para o norte de Gaza, estava entre eles. Foi a própria organização a confirmar a sua morte.

Um porta-voz do exército israelita disse que al-Jabari era um alvo deliberado e responsável por "ataques múltiplos" contra Israel.

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