Irmã de Gabigol conta que sofreu bullying na escola: "Chamavam de Olívia Palito e vassoura"

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A influenciadora Dhiovanna Barbosa. Foto: reprodução/Instagram/dhiovannab
A influenciadora Dhiovanna Barbosa. Foto: reprodução/Instagram/dhiovannab

Resumo da notícia

  • Dhiovanna Barbosa conta que sofreu bullying na escola por ser "magra demais"

  • Irmã de Gabigol passou a ficar "neurótica" com seu corpo na temporada que morou na Itália

  • Hoje, influenciadora discute questões como bulimia e anorexia com seus seguidores

Irmã do jogador do Flamengo Gabriel Barbosa, o Gabigol, a influenciadora Dhiovanna Barbosa sofria bullying na época da escola por sua aparência: ela sofria críticas por ser "magra demais" e ganhava apelidos ofensivos. 

"Na escola não tinha muito essa coisa de chamar de bullying, levavam como 'zoeira'. Sempre fui muito magra, então me chamavam de Olívia Palito, a vassoura da escola. Meu jeito forte fez com que eu não me abalasse tanto", contou ela, em entrevista ao portal Uol.

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A temporada que morou na Itália - a família se mudou para Milão em 2016 para acompanhar a carreira de Gabigol, recém-contratado pelo Inter - também foi especialmente desafiadora para Dhiovanna.

"Foi lá que eu percebi que fiquei neurótica pelo meu corpo. As meninas de lá são perfeitas. Loiras, olhos claros e magras. Cheguei em Milão toda cheia de espinha, cabelo colorido, um caos. Me questionava: 'Por que eu não sou tão perfeita como elas?'. Me sentia menos", admitiu.

A saúde mental virou uma prioridade para a influenciadora, que hoje tem acompanhamento com psiquiatra e psicóloga e segue a medicação prescrita pelos profissionais. "Antigamente me recusava. Falava que não precisava disso, que só estava triste e ia passar. Até perceber que estava me afetando. Fui deixando de fazer coisas que gostava", lembrou.

Hoje, a jovem de 19 anos ainda lida com críticas via redes sociais e aproveita o espaço que conquistou na internet para chamar a atenção para questões sérias como bulimia e anorexia.

"Quando me atacam e falam do meu corpo, me chamam de 'muito magra', eu penso: 'Sou tão forte, aguento esse xingamento'. Acabo vivendo 24 horas com pessoas opinando sobre a minha vida e sobre as pessoas que vivem comigo. Mas, se eu consigo, outras pessoas podem não conseguir. Por isso gosto de ajudar e falo sobre esses assuntos", explicou.

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