Dia Internacional da Mulher: se o machismo acabasse amanhã, o que você faria?

A atriz Érika Januzza está entre as 11 mulheres que responderam à pergunta do Projeto Celina: Se o machismo acabasse amanhã, o que você faria?

Já imaginou como seria viver em um mundo onde o machismo não mediasse as relações entre homens e mulheres? Parece utopia, e talvez seja mesmo. Um relatório do Fórum Econômico Mundial, publicado em 2018, afirma que, ao passo em que as questões de gênero se desatam no mundo, a igualdade entre homens e mulheres só chegará em 2186.

Diante desse quadro, a equipe de CELINA decidiu mergulhar na utopia. Neste Dia Internacional da Mulher, data histórica em que relembramos a trajetória de lutas pela emancipação feminina, convidamos 11 mulheres para pensar o que elas fariam caso acordassem com a notícia de que o machismo não existe mais.

Em vídeo, registraram os seus depoimentos as atrizes Glamour Garcia e Érika Januzza, a juíza Tula Mello, a jornalista e criadora de conteúdo Isabela Reis, a chef de cozinha Flávia Quaresma, a criadora do portal Modices Carla Lemos, a pesquisadora feminista Heloísa Buarque de Hollanda, a atriz e poeta Elisa Lucinda, a vice-presidente da Universidade Estácio de Sá Cláudia Romano, a diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil e colunista da Revista Ela Luana Génot e a rapper e poeta MC Martina.

As históricas que essas mulheres criam — utópicas, engraçadas e emocionantes — vão além da fantasia. São afirmações de o quanto o machismo interfere cotidianamente nas realizações pessoais e profissionais, e até mesmo nos sonhos (e nas férias!), das mulheres.

Depois de assistir ao vídeo, convidamos as nossas leitoras a criarem os seus sonhos de um mundo com equidade de gênero. No Instagram, compartilhe a hashtag #seomachismoacabasse e nos conte: se o machismo acabasse amanhã, o que você faria?