Diagnosticadas com sintomas graves de Covid-19 na reta final da gravidez, mães relembram seus partos

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Alice e Heitor têm poucos meses de diferença. Nasceram em meio à tragédia, expressa em números e relatos de muita dor. Filhos de grávidas que fizeram o parto com Covid grave, os dois bebês estão hoje fortes e ressignificaram a vida dos casais Laís da Silva Pereira e Murilo Ballarin, Robson Gomes e Fabiane Oliveira dos Santos. Num momento em que os números de mortos, internados e contaminados pelo coronavírus recuam no Brasil, em São Paulo e Aracaju, a história deles joga luz para o futuro, depois da sombra imensa que a pandemia trouxe.

Laís sempre teve ampliado o medo da pandemia, por causa da asma congênita. Descobriu que estava doente uma semana antes da data marcada para o parto. No dia 19 de maio nascia Alice, 3,8 quilos, sem Covid. A mãe chegou a amamentar. Mas as complicações de uma doença cheia de particularidades adiaram novos encontros. Ela foi intubada no dia 22, quando originalmente estaria parindo. Apagou.

Essa história e a de Fabiane Oliveira, que também foi intubada com o filho ainda prematuro, O GLOBO conta em reportagem exclusiva.

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