Dinamarca vota para estreitar laços de defesa na UE

Cerca de dois terços dos eleitores na Dinamarca votaram, em referendo, a favor da entrada do país na política de defesa comum da União Europeia.

No rescaldo da invasão russa da Ucrânia, a Dinamarca torna-se assim no mais recente país europeu a avançar no sentido de estreitas laços em matéria de defesa com os aliados, pondo fim a uma excepção na matéria em vigor há três décadas.

Uma vitória para o governo social-democrata, que tinha convocado a consulta popular no início de março.

Em 1993, um ano depois de rejeitar o Tratado de Maastricht, a Dinamarca fez inversão de marcha, aprovando o texto, mas só depois de obter exceções em várias áreas, como na união monetária e económica, na cooperação policial e jurídica e na colaboração em termos da defesa. Esta última exceção permitiu que o país membro fundador da NATO não participasse, até hoje, em qualquer missão militar da União Europeia.

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