Diniz provoca seu próprio fim de ciclo no São Paulo

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
São Paulo ainda não venceu em 2021, com quatro derrotas e dois empates. Foto: Heber Gomes/AGIF
São Paulo ainda não venceu em 2021, com quatro derrotas e dois empates. Foto: Heber Gomes/AGIF

A derrota por 2 a 1 para o Atlético-GO praticamente encerra o ciclo de Fernando Diniz no São Paulo. O time completou sete jogos sem vitórias, desde a eliminação para o Grêmio nas semifinais da Copa do Brasil. Em 2021, são quatro resultados negativos e dois empates, perdendo a liderança da Série A do Brasileiro e caindo para o quarto lugar.

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O blog sempre defendeu o plano de jogo de Diniz, mas os fatos deixaram a situação do técnico, insustentável. Diniz não apresentou planos B e C para variações táticas. Insistiu numa forma de jogar e sucumbiu junto com os atletas. O SP virou uma equipe burocrática, fácil de marcar e sem confiança. A cada gol sofrido, é visível o desânimo e a falta de reação.

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Em Goiânia, Diniz escalou os mesmos nomes que não vinham bem, na sua grande maioria. Não testou nenhuma mudança e repetiu as substituições, durante a partida. Ter convicção é uma coisa, insistir no que não está funcionando, é muito pior. Moral da história: o SP perdeu de novo, merecidamente.

Os novos dirigentes têm sido omissos, para não desautorizarem Raí. No entanto, é hora de Raí sair também. O silêncio do presidente Júlio Casares e de sua diretoria é constrangedor, numa gestão que foi anunciada como transparente, totalmente. Começaram mal e parecem perdidos na decisão de contratar um novo treinador.

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