Diogo Caruso, de 'Malhação', e outras estrelas mirins falam de aulas virtuais na quarentena

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Diogo Caruso, o Rafinha de "Malhação', achou a metodologia mais fácil e adaptável

Com as escolas fechadas há mais de 40 dias por conta do isolamento social, crianças e adolescentes tiveram que adotar as aulas virtuais para continuar o ensino em casa. Mas é preciso muito disciplina do aluno para aprender as lições. Entre os pontos positivos estão acordar mais tarde e estudar de pijama. Mas e quanto o aprendizado e a falta dos amigos de sala? É possível aprender da mesma forma através videoconferências com os professores?

Diogo Caruso, o Rafinha de "Malhação, toda a forma de amar", está tendo aulas  com uma plataforma online, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h. À tarde, ele divido o tempo em fazer as tarefas, ler, jogar video-game, fazer jiu-jitsu online e exercícios físicos em casa.

"É como se estivesse na sala de aula, mas sem os amigos do lado, e a professora na frente explicando. Tudo é feito pelo computador. Minha escola está trabalhando com a plataforma Plurall e dentro do plurall tem as tarefas, todos os conteúdos e o google meet para acessar aulas online".

Ele conta que achou a metodologia mais fácil e adaptável. "Eu fico mais a vontade em casa e dá para acordar um pouquinho mais tarde porque não tenho que descer cedo para pegar o transporte. O ruim é que não dá para brincar com meus amigos na hora do intervalo".

 

Yasmin Giardino estranhou os primeiros dias de aulas virtuais, mas já conseguiu se adaptar. "A professora explica a matéria, e fala qual é o exercício para fazer, depois pergunta o que a gente respondeu". Ela diz que prefere estudar na escola:  "Em casa fica mais silêncio e minha mãe pode me ajudar. O que eu não gosto é não poder ver meus amigos.

 

 

Giovana Mendes está adorando aprender de casa, mas admite que está sendo mais difícil aprender por ter menos tempo com a professora. "Tenho um horário fixo que a escola manda toda a semana e na hora certa acesso a plataforma para as aulas", diz.

 

 

Larissa Maria acredita que o aprendizado virtual é a forma mais eficaz de ensinar nesse tempo de isolamento. Ela, no entanto, sente falta das aulas presenciais." Estou conseguido aprender, mas acho bem mais difícil. Tenho aulas ao mesmo tempo que meus outros amigos de classe com o professor. Apresentamos até mesmo trabalhos para ele e para o resto da turma. Temos um horário fixo e quando não é possível assistir ao mesmo tempo que a turma, é disponibilizada a aula gravada", conta.

Para ela, a parte mais legal é não perder o conteúdo que seria dado presencialmente. "A vantagem é não perder tempo no trânsito para chegar na Universidade.Mas sinto falta dos meus amigos, professores e de estar na Universidade. O contato humano tem feito falta para todos".

 

 

Myrella Victória tem estudando através de um aplicativo escolar que começa de segunda a sexta-feira, às 8h. Funciona assim: ela entra, faz o exercícios que são corrigidos e entregues na próxima aula.  "Estou conseguindo me esforçando bastante , mas não é a mesma coisa não. No meu caso, fica meio bagunçado. Prefiro a aula presencial", diz. "A parte mais legal, é que não preciso me arrumar com tanta  pressa conforme minha mãe me apressa".

Um ponto negativo, segundo a atriz mirim, é conseguir manter a disciplina nos estudos. "Não me concentro tanto, levanto, vou ao banheiro, converso se alguém me chamar. Enatão, acho que não aprendo tanto quanto no presencial".

 

 

 

Manu Videira tem estuda por uma plataforma da escola no YouTube e também da Editora que disponibiliza professores explicando as matérias. "É mais fácil, prq não tem um monte de aluno falando ao mesmo tempo", diz ela que também tira dúvidas com a professora pelo WhatsApp. "A parte mais legal é estudar de pijama, de chinelo de dedo, parar pra ir ao banheiro, dar uma volta pela casa quando canso de ficar sentada. Além de ter minha professora só pra mim, né? ".

 

 

A escola de Sophia Madeira adotou as férias coletivas. Ela aproveita para fazer aulas de curso de TV, através de um aplicativo de videoconferência. "Eu gosto porque a gente não perde o ritmo, continua treinando, aprendendo. Por outro lado, sinto falta do contato mais próximo com os professores e meus amigos. A vantagem é não precisar se arrumar para sair (risos). Podemos assistir aulas até de pijama. Só é ruim ver meus amigos e saber que não tenho como abraçá-los."

 

 

 

Fernanda Nogueira acha as aulas virtuais não tão eficientes como as presenciais. "Estou aprendendo bem pouco. É muito mais difícil. A parte legal é poder ficar em casa. Mas confesso que é difícil ficar concentrado o tempo todo e eu sinto muito falta dos colegas e da escola", diz, ela que divide o tempo em estudar, fazer ginástica e receitinhas de comida com a mamãe.

 

 

Dudda Alves mantém a rotina normal, com aS tarefas do colégio pela manhã e extracurriculares no período da tarde. "Assim, tento, ao máximo, manter a rotina correta para acompanhar tudo da melhor maneira possível. Mas as aulas presenciais com certeza são muito melhores".

 

 

Embora prefira as aulas presenciais, Thaylla Tupinambá está gostando bastante das aulas online. "No colégio onde estudo, as aulas acontecem diariamente, em horário reduzido, o que ajuda bastante a manter a rotina que tínhamos antes da pandemia. Temos aulas de todos os conteúdos, inclusive de arte, música e educação física. E, é obrigatório a utilização do uniforme escolar, acredito que pra gente entender que estamos tendo aula 'normal'.

"Estou conseguindo aprender bastante. A parte mais legal é que a gente continua se comunicando com professores e com os colegas, podendo ver 'ao vivo' a carinha de cada um, conversar, ouvir a voz , em tempo real, como se estivéssemos todos em sala de aula, mas protegidos, em casa, sem ninguém se contagiar. E, ainda, na plataforma a gente consegue interagir com os colegas e com os professores, a gente manda nossas atividades, onde todos podem ver, gerando interação entre a gente. É bem legal. Só não é legal não poder abraçar o colega, receber o abraço dos professores, sinto falta disso, adoro abraçar. Dizem que dou abraços de urso (risos)".