Diretor do Flamengo avisa Vélez sobre clima: "Vai ter reciprocidade"

Cacau Cotta, diretor de relações externas do Flamengo, reclamou sobre tratamento ao clube e aos torcedores.
Cacau Cotta, diretor de relações externas do Flamengo, reclamou sobre tratamento ao clube e aos torcedores. Foto: (JUAN MABROMATA/AFP via Getty Images)

Apesar do resultado positivo dentro de campo, o Flamengo esteve cheio de motivos para reclamar da partida disputada no Estádio José Amalfitani durante a goleada por 4 a 0 contra o Vélez Sarsfield.

O tratamento recebido pelo clube e também por seus torcedores foi alvo de críticas por parte de Cacau Cotta, diretor de relações externas do Flamengo: "Foi tenso o tempo todo, infelizmente. Nós pensamos que o Flamengo, o Palmeiras, os clubes brasileiros e os argentinos estão encarando a Libertadores como uma Liga dos Campeões, com estádio e jogadores nesse nível. Você chegar aqui e ver o antijogo e o que houve com o gramado em poucos dias. O que foi feito é um absurdo".

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Cacau lamentou, também, de objetos atirados dentro do gramado durante o jogo, principalmente no segundo tempo, buscando atingir o goleiro Santos: "Durante o jogo, jogaram coisas no nosso goleiro. Isso não cabe mais, em uma competição que quer chegar ao nível europeu. A gente está no caminho, com jogadores, estádio e organização grande da Conmebol. Falta o amadurecimento de alguns dirigentes e de algumas equipes de entender o tamanho do campeonato. Isso não cabe mais. Cabe defender o seu clube. Esse tipo de antijogo não cabe mais. Estamos em 2022".

Preocupado também com a torcida do Mengão, Cacau afirmou que o clube carioca irá tratar os torcedores do Vélez com reciprocidade: "Vamos respeitar o adversário. O resultado se busca dentro de campo. Fora dele, é reciprocidade. Não tomaremos atitudes que não condizem com o tamanho do Flamengo e da competição. Não vai haver isso. Haverá reciprocidade, como a nossa torcida foi tratada. A polícia daqui proibiu algumas coisas, como material, faixas, proibiu tudo, depois liberou para a deles. Isso vai ser buscado nas autoridades do Rio de Janeiro".