Diretora de políticas para mulheres de sindicato é vítima de feminicídio no DF

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Foto: Reprodução
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  • Cilma foi encontrada em seu apartamento pelo filho

  • Principal suspeito é seu marido

  • Sindicato a descreve como 'atuante e representativa'

Neste domingo (3), Cilma da Cruz Galvão, de 50 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Santa Maria, no Distrito Federal. Ela era diretora de políticas para mulheres e de combate ao racismo do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário, Prestação e Serviços Terceirizáveis no DF (Sindiserviços-DF).

O principal suspeito do crime é seu marido, que ainda não foi encontrado pela polícia e não teve o nome divulgado. O caso é investigado como feminicídio.

Segundo seu perfil no site do Sindiserviços, Cilma era de Codó, no Maranhão, e ingressou na diretoria do sindicato em 2007. Ela é descrita como uma pessoa "atuante e representativa".

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Seu corpo foi encontrado por seu filho no começo da tarde. De acordo com a Polícia Militar, ele tentou contatar a mãe diversas vezes antes de ir a sua casa.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando os agentes chegaram ao local, a vítima "apresentava rigidez cadavérica e tinha perfurações pelo corpo; sinais incompatíveis com a vida".

A PM informou que imagens de câmeras de segurança do edifício revelam o marido da vítima saindo do apartamento por volta de 1h30 de domingo. O caso agora é investigado pela 33ª Delegacia de Polícia, em Santa Maria.

Há duas delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) no Distrito Federal, uma na Asa Sul e uma em Ceilândia. No entanto, as denúncias podem ser feitas em qualquer unidade.

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