Diretoria do Itaú presa? Superintendente lembra de mal-entendido

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O que você vai encontrar nesta entrevista:

  • Com apenas dois meses de banco o entrevistado cometeu uma gafe daquelas

  • Após ler um documento, Bruno deu um aparecer que indicava que a diretoria poderia ser presa

  • Depois, com calma (e com medo de ser preso), ele explicou a confusão

Bruno Crepaldi, superintendente jurídico do Itaú, estava no início da carreira no banco Itaú quando quando deu um susto daqueles no comando da instituição. Ao dar um parecer após ler um documento, ele pensou que nada de importante poderia acontecer. Quase nada.

Uma reunião na Presidência do Itaú discutia a operação em questão e os diretores se assustaram quando souberam que poderiam ser acusados de gestão temerária e, depois, presos. Eles logo quiseram saber quem deu o parecer. Bruno Crepaldi, com apenas dois meses, no banco, levantou mão com aquela vergonha, mas depois explicou melhor a situação. 

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"Quando chegou esse momento da reunião já conseguiram explicar que outros resultados da operação davam para justificá-la. E estava longe de configurar uma prática criminal", lembra ele hoje, não tirando o riso da rosto, da confusão que o seu parecer causou. "Eu disse que as pessoas iriam presas, mas no final era que estava com medo de ser preso", brincou.

Lado nerd

Em outro capítulo desta série, o superintendente mostrou seu lado nerd ao falar daquilo que gosta de fazer no tempo livre. Jogar RPG e games online são duas coisas que adora. Além do livro predileto ser a trilogia do clássico Senhor dos Anéis.

Na parte gastronômica, um drink que pode ser considerado clássico e nerd, já que o Dry Martini aparece me diversos filmes da franquia James Bond. O prato favorito também mostrou-se refinado, com o steak tartare sendo seu favorito.

Pink Money

A série de vídeos com Bruno começou com ele analisando o que as marcas estão fazendo de relevante para inclusão da comunidade LGBT e como pode ser um "tiro no pé" algumas companhias praticarem ações de marketing que o público-alvo sabe que não pensam de verdade na comunidade que elas querem atingir.

Bruno lembrou da dificuldade que teve para se assumir gay num ambiente machista e preconceituoso e como foi importante ter o apoio das pessoas certas. Ele também analisou como grandes empresas estão trabalhando a questão LGBT e o que o Pink Money representa hoje.

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