Disparidades de renda e desequilíbrios fiscais elevam risco global

GENEBRA - Disparidades de renda e déficits de orçamento dos governos são os maiores riscos para a economia global na próxima década, de acordo com o relatório anual sobre riscos globais do Fórum Econômico Mundial (ou WEF, da sigla de World Economic Forum, em inglês). Tais ameaças puseram o mundo em maior risco, com a crise financeira ainda em curso, disse nesta terça-feira o grupo baseado em Genebra.

O relatório baseou-se em uma pesquisa com mil especialistas e líderes da indústria. Desequilíbrios de renda e de orçamento foram citados na mesma pesquisa, um anoa trás.

"Esses riscos globais são, essencialmente, um alerta de saúde em relação a nossos sistemas mais críticos. A resiliência nacional aos riscos globais deve ser prioridade para que sistemas críticos continuem a funcionar apesar das turbulências", disse Lee Howell, editor do relatório e diretor do Fórum.

O aumento das emissões de gases de efeito estufa foram apontados como o terceiro maior risco global após um ano de condições meteorológicas extremas, como a supertempestade Sandy.

O relatório, publicado duas semanas antes do encontro anual do fórum no resort suíço de Davos, também sugeriu que avanços na saúde levaram à complacência sobre riscos médicos. Outra ameaça é a imprevisibilidade do papel da tecnologia na formação das sociedades.

Entre o que chama de "fatores X" - preocupações crescentes, mas que exigem pesquisas mais aprofundadas -, o relatório aponta o custo de viver mais e a utilização descontrolada de tecnologias de geoengenharia

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