Disparo de arma de Milton Ribeiro deixou funcionária ferida

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Ex-ministro Milton Ribeiro tentava tirar o carregados da arma, mas disparou acidentalmente (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Ex-ministro Milton Ribeiro tentava tirar o carregados da arma, mas disparou acidentalmente (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Funcionária da Gol foi atingida por estilhaços após disparo acidental de arma de Milton Ribeiro

  • Ex-ministro da Educação disse à Polícia Federal que tentava tirar o carregador da arma dentro da pasta

  • Mulher foi atendida no hospital e ferimentos foram leves

O disparo acidental feito pela arma do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro feriu uma funcionária da companhia aérea Gol. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (25), no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.

A companhia área enviou um comunicado ao portal Uol, no qual escreve que o ferimento não foi grave e a funcionária pôde ser atendida no mesmo local.

“A funcionária foi atingida por estilhaços, mas sem nenhum ferimento grave. Ela está bem e recebendo suporte da GOL”, informou a empresa.

O disparo da arma de fogo aconteceu por volta das 17h, quando Milton Ribeiro estava no balcão da Latam. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-ministro explicou que abriu a pasta que carregava e pegou a arma para retirar o carregador. Ele disse que tentou fazer o procedimento dentro da própria pasta e, então, o disparou acidental ocorreu.

Neste momento, a funcionária da Gol, que estava no balcão ao lado, foi atingida por estilhaços. Ela recebeu atendimento imediato.

Milton Ribeiro afirmou que ficou receoso de expor a arma e, por isso, tentou tirar o carregador dentro da pasta. “Como havia outros objetos dentro da pasta, o local ficou pequeno para manusear a arma”, disse para a PF. “O projétil atravessou o coldre e a pasta se espalhou no chão.”

Em nota, divulgada pelo Uol, o advogado de Milton Ribeiro, Luiz Carlos Neto, declarou que a arma do ex-ministro já foi devolvida. “Trata-se de um acidente passado, que não afetou ninguém e que ocorreu enquanto ele deixava seu apartamento funcional, em Brasília, durante processo de mudança para São Paulo.

A defesa alegou ainda que houve um “excesso de cuidado” de Ribeiro, com o objetivo de evitar constrangimento das pessoas presentes.

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