Disque Denúncia divulga cartaz pedindo informações sobre suspeitos pela morte de Cadu Barcellos

·2 minuto de leitura

O Disque Denúncia divulgou, nesta quinta-feira, um cartaz pedindo informações sobre suspeitos pela morte do cineasta Cadu Barcellos, assassinado a facadas no Centro do Rio na madrugada de terça-feira, dia 10. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios (DH) da Capital.

A denúncia pode ser feita de maneira anônima. Através no número 2253-1177; pelo Whatsapp do Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo aplicativo do Disque Denúncia; pelo inbox na página do Facebook; e por mensagem no perfil do Twitter.

O cineasta Carlos Eduardo Barcelos Sabino, de 34 anos, foi encontrado ferido sem documentos, pertences e dinheiro. A única coisa que se sabe até agora é que Cadu teria pedido ao socorro ao chegar na altura da esquina da Avenida Presidente Vargas com a Rua Uruguaiana. Uma das linhas investigadas pela polícia é a de que o cineasta foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte).

A DH da Capital recolheu imagens de câmeras de segurança das proximidades onde o crime aconteceu. O objetivo é tentar encontrar pistas que ajudem a identificar quem esfaqueou Cadu Barcelos. Na próxima semana, pessoas que estiveram com o cineasta, horas antes dele ser assassinado, deverão ser intimadas para prestar depoimento.

Cadu estava no local após deixar a Pedra do Sal, no Santo Cristo, com uma amiga, que seguia para a Zona Sul em um carro de aplicativo. O cineasta foi esfaqueado por volta das 3h30. Ele chegou a ser visto gritando por socorro, mas não resistiu, tendo morrido ao caminhar alguns metros e cair. Policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia) foram acionados, mas já o encontraram no chão.

Cadu foi enterrado na tarde desta quinta-feira, dia 12. Amigos e parentes do cineasta se emocionaram ao compartilharem as lembranças sobre o rapaz, que deixa mulher e um filho de dois anos.

— Participo da criação do Cadu desde que ele tinha 2 anos de idade, ao lado da mãe dele. Ele me considerava como um pai, e eu sinto que perdi um filho. Um grande homem que também se tornou pai e que batalhava pela família com sua esposa. Compraram casa, tinham sonhos, projetos. Agora, só resta buscar forças para exaltar e continuar o legado dele — disse William da Silva, padrasto da vítima.