Djokovic fica detido na Austrália até segunda: como o tenista virou pária internacional

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Novak Đoković
    Novak Đoković
    Tenista sérvio

O tenista sérvio Novak Djokovic não será expulso da Austrália antes de segunda-feira (10). O número um mundial pretendia participar do Torneio de Melbourne, mas teve o visto anulado pelas autoridades australianas por não apresentar uma certificação de vacinação contra a Covid-19. O esportista entrou com recurso. O caso tem repercussão mundial negativa para o sérvio.

O imbróglio do tenista Novak Djokovic para participar do Aberto da Austrália promete ser a primeira novela esportiva de 2022. O número 1 do tênis mundial, que se nega a apresentar um certificado de vacinação para o coronavírus, conseguiu uma liberação médica para isentá-lo do imunizante.

O documento foi aceito pelo Australian Open, mas as autoridades australianas decidiram cancelar o seu visto, assim que ele desembarcou no país. Depois de passar várias horas bloqueado no aeroporto, na quarta-feira (5), Djokovic foi transferido para o Park Hotel de Melbourne, que acolhe cerca de 40 imigrantes em situação ilegal. O hotel tem fama de insalubre. Alguns refugiados que passaram pelo local relataram a canais de TV que viram larvas na comida.

O tenista entrou com um recurso contra sua expulsão do país, mas o promotor australiano Christopher Tran afirmou que a audiência só deve acontecer na próxima segunda.

O torneio vai começar no dia 17 de janeiro e vai até o dia 30 deste mês.

Atrito diplomático

A decisão australiana de não permitir a entrada de Djokovic foi uma forma de o primeiro-ministro Scott Morrison responder às críticas internas que muitos australianos fazem contra seu governo conservador. Ao rejeitar o privilégio que seria concedido ao tenista, ele ganha pontos com a população.

(Com informações da RFI e da AFP)


Leia mais

Leia também:
"Vacinar crianças é crucial para combater a pandemia", afirma infectologista
Mais contagiosa e mais branda: a ômicron pode ser a última onda de Covid da pandemia?
França aprova na Assembleia proibição de entrada em restaurantes e cinemas para não vacinados

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos