Dois anos após início da pandemia, Paris volta a ter pontos turísticos lotados de estrangeiros

A demanda turística reprimida durante mais de dois anos reaparece com tudo nas ruas de Paris. A melhora nos números da pandemia de coronavírus, a flexibilização das condições de viagem e, de quebra, a volta dos dias ensolarados têm levado a capital francesa a reviver os áureos tempos em que era uma das cidades mais visitadas do mundo, antes da chegada brutal do coronavírus.

Nos pontos turísticos, línguas de todos os países voltaram a ser ouvidas: americanos, britânicos, alemães, latinos e até alguns asiáticos, ainda reticentes à retomada das viagens internacionais. Ça y est: os operadores de turismo festejam o grande retorno da clientela estrangeira à cidade.

"Eles estão de volta, de fato, e acho que daqui a 15 dias vai ser ainda melhor, porque o tempo estará ainda mais bonito em Paris. É maravilhoso”, comprova o garçom Cyril, em um café na esquina com a Torre Eiffel. "Estamos vendo muita gente da Europa, mas também da América Latina: Porto Rico, México, Panamá. Muito mesmo. Tem também americanos, mas um pouco menos que o normal."

Pela primeira vez desde o início de 2020, a taxa de ocupação dos hotéis na cidade chega a 80%, conforme a União das Atividades e Indústrias da Hotelaria, e ultrapassou 90% no fim de semana de Páscoa. Nesta data, 22 mil pessoas visitaram a torre Eiffel por dia, quase a lotação máxima do monumento, enquanto que os ingressos para o Louvre precisam ser reservados com 48h de antecedência para um sábado, domingo ou feriado.


Leia mais

Leia também:
Retomada das viagens na Europa gera desafio logístico nos aeroportos
Turistas redescobrem Paris depois de mais de dois anos de pandemia
Aviação: TAP tem prejuízo de mais de R$ 8 bilhões em 2021 e fecha filial de manutenção no Brasil

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos