Dólar fecha o dia em alta cotado a R$5,69

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Com acréscimo de 0,18%, moeda nacional se desvaloriza frente ao dólar (Getty Images)
Com acréscimo de 0,18%, moeda nacional se desvaloriza frente ao dólar (Getty Images)
  • A cotação sinaliza o dólar comercial;

  • Índice Ibovespa sobe 1,7% e chega a 106.858,87 pontos;

  • Aumento da taxa de juros norte-americanas torna o dólar mais vantajoso se comparado ao real.

O dólar comercial fechou as operações desta segunda-feira (06/12) a R$5,69, com elevação de 0,18%. Desde abril a moeda não atingia esta marca, quando alcançou R$5,72. O aumento se dá por declaração do banco central americano.

Nos trabalhos desta segunda-feira o dólar operou a entre R$5,64 e R$5,70. A bolsa também fechou em alta de 1,7% com a marca de 106.858,87 pontos no índice Ibovespa.

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Esta alta do dólar se dá pela expectativas do Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos) em subir os juros estadunidenses. Com este anúncio as bolsas norte-americanas se tornaram mais competitivas, o que diminui os investimentos no Brasil. 

Realidade

O anúncio do Fed tirou as atenções da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que se reúne nesta semana para debater o possível aumento da taxa Selic - de 7,75% para 9,25%. Este aumento beneficiaria o real frente a moeda estrangeira, pois o percentual torna os títulos do governo brasileiro mais interessante ao investidor estrangeiro, o que acaba por trazer dólares para o sistema nacional e diminui o valor do dólar frente ao real.

Segundo o Boletim Focus, publicado pelo BC brasileiro, economistas projetam que a taxa Selic feche o ano em 9,25%, maior aumento em quatro anos. Em 2017 a taxa média de juros chegou a 10,25%

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