Dona de imóvel diz que apartamento de Najila não foi invadido

Reprodução

A dona do imóvel que Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa Neymar de agressão e estupro, alega ter sido invadido afirma que não houve invasão do imóvel. A revelação foi feita em conversa com a ESPN.

“Sobre o arrombamento do imóvel: isso é mentira. A empregada deixou a porta aberta de propósito e as câmeras de segurança do prédio pegaram. A polícia foi acionada e a empregada intimidar a depor. A administração do edifício vai fazer boletim de ocorrência também”, afirmou Verena Fiori, dona do imóvel, à ESPN.

Leia também

O suposto arrombamento

À revista Quem, Yasmin Pastore Abdalla, advogada de Najila, falou dos últimos acontecimentos: “Ela está muito abalada com as ameaças e prefere depor na manhã de sexta-feira”.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Najila foi convocada para ir à delegacia na segunda e terça prestar esclarecimentos, mas não foi em nenhum dia e não justificou suas faltas.

Entenda o caso

Na última sexta (31), Najila Trindade Mendes registrou um boletim de ocorrência na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, acusando o atacante Neymar por estupro no dia 15 de maio, em Paris.

No boletim de ocorrência, a mulher afirmou que conheceu o jogador pelo Instagram e foi convidada para viajar até a França. No dia 15, Neymar teria chegado embriagado ao hotel e, segundo a mulher, ele ficou agressivo e praticou relações sexuais sem consentimento.

A denúncia foi noticiada no dia seguinte, 1º de junho. Logo depois, o pai de Neymar apareceu no programa ‘Brasil Urgente’, da Band, e tentou descreditar a versão da mulher.

Na noite do dia 1º, Neymar postou um vídeo em sua conta do Instagram se defendendo das acusações e mostrando a conversa que teve com a mulher, incluindo fotos íntimas enviadas por ela.

Na quarta-feira (04 de junho), Najila Trindade Mendes apareceu publicamente e reafirmou o que disse no boletim de ocorrência: que foi agredida e estuprada. Na mesma noite, um vídeo de Najila agredindo Neymar foi divulgado, supostamente do dia seguinte ao ato sexual, quando a mulher exigia uma confissão do jogador.