Dono da Precisa culpa atravessadora dos Emirados Árabes Unidos por fraudes em documentos

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BRASÍLIA, DF, 19/08/2021: CPI-COVID-DF - A CPI da Covid ouve nesta quinta-feira (19) Francisco Emerson Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, intermediária nas negociações da compra da vacina indiana Covaxin pelo governo Jair Bolsonaro, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 19/08/2021: CPI-COVID-DF - A CPI da Covid ouve nesta quinta-feira (19) Francisco Emerson Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, intermediária nas negociações da compra da vacina indiana Covaxin pelo governo Jair Bolsonaro, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento à CPI da Covid, nesta quinta-feira (19), o sócio-administrador da Precisa Medicamentos Francisco Maximiano afirmou que as fraudes em documentos entregues ao Ministério da Saúde, na negociação envolvendo a vacina Covaxin, forma cometidas pela Envixia, uma atravessadora dos Emirados Árabes.

Maximiano foi questionado pelo senador Humberto Costa (PT-PE) sobre o motivo de ter viajado à Índia logo após o surgimento de irregularidades.

O empresário disse que viajou para o país asiático para mostrar para a empresa Bharat Biotech –desenvolvedora da vacina Covaxin– os documentos que havia recebido da Envixia, para comprovar que a fraude veio daquela empresa.

Humberto Costa então disse que tinha provas de que as manipulações ocorreram dentro do Ministério da Saúde. O advogado de Maximiano então disse que o arquivo original encaminhado contém dados da Envixia, onde estariam as fraudes, e não em manipulações no ministério.

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) então ironizou a resposta de Maximiano, alegando que o documento está escrito em português.

"A Envixia é dos Emirados Árabes e sabe escrever português perfeitamente", disse.

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