Dono de fazenda onde Adriano se escondia foi chamado como testemunha de defesa em processo contra miliciano

Marcos Nunes, enviado especial e Vera Araújo
Adriano e a mulher em uma fazenda do interior da Bahia: juízes impedem cremação até que circunstâncias de sua morte em suposto confronto sejam completamente esclarecidas

ESPLANADA (BA) - O homem que levou o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega para seu último esconderijo, onde foi morto no domingo após trocar tiros com a PM baiana, não revelou para a polícia seu exato grau de amizade com o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro (Bope). O pecuarista Leandro Abreu Guimarães disse em depoimento que conhecia o ex-caveira do Bope de um circuito de vaquejadas. 

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Um documento obtido pelo O GLOBO mostra que a relação entre Leandro Guimarães e Adriano era próxima e que ocorre, pelo menos, desde a metade do ano passado. No dia 5 de julho de 2019, advigados do ex- capitão relacionaram o pecuarista como testemunha de defesa em um processo onde Adriano é acusado  de homicídio, grilagem de terra e agiotagem.

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