Donos do Walmart estão mais ricos do que nunca em pandemia

Devon Pendleton e Jack Witzig
Parte da família Walton em evento para acionistas, 2018. Da esquerda para a direita: Jim Walton, Alice Walton, Lynne McNabb Walton, Melani Lowman Walton e Rob Walton. Foto: Rick T. Wilking/Getty Images

A fortuna da família Walton, pioneira das lojas de descontos nos Estados Unidos, deu um salto durante a pandemia que varreu trilhões de dólares dos mercados globais.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

O patrimônio líquido combinado dos irmãos Alice, Jim e Rob Walton subiu 2,6% este ano, para US$ 165,7 bilhões, impulsionado por consumidores temerosos de uma recessão que correram às lojas do Walmart para estocar a despensa com produtos básicos.

Leia também

As ações da varejista acumulavam alta de 6,1% até segunda-feira em comparação com a queda de 18% do índice S&P 500 no período.

O domínio do varejo em larga escala da empresa com sede em Bentonville, Arkansas, fez dos acionistas controladores a família mais rica do mundo. Os Walton possuem cerca de metade das ações do Walmart.

Os ganhos são uma anomalia no cenário atual. A retração econômica causada pela pandemia de coronavírus encolheu a fortuna combinada das 500 pessoas mais ricas do mundo em US$ 805 bilhões, segundo o Índice de Bilionários Bloomberg.

Apenas 82 pessoas do ranking obtiveram ganhos neste ano, lideradas pelo fundador da Amazon.com, Jeff Bezos. As compras on-line ajudaram a aumentar sua fortuna em US$ 7,8 bilhões, para US$ 122,7 bilhões.

Outros incluem Eric Yuan, diretor-presidente da Zoom Video Communications, fabricante do agora onipresente software de teleconferência.

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.