Doria promete acabar com as 'emendas de relator'

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SÃO PAULO — Candidato nas prévias presidenciais do PSDB, o governador João Doria afirmou nesta terça-feira que, caso seja eleito, pretende acabar com as chamadas "emendas do relator" no congresso nacional.

O mecanismo das emendas deflagrou uma crise em torno do Orçamento de 2021 e escancarou o superpoder que o relator-geral da proposta orçamentária tem desde o ano passado. Sozinho, o relator do Orçamento de 2021, o senador Márcio Bittar (MDB-PE), indicou R$ 29 bilhões em emendas — recursos que agora estão na mira do Ministério da Economia.

Doria disse ainda que o atual governo é “refém do Congresso” e defendeu a independência dos três Poderes.

— Quem manda no Orçamento do governo é o presidente da Câmara. E a gente nunca fez isso na história política do Brasil, exceto agora no governo Bolsonaro — disse Doria durante debate das primárias tucanas organizado pelos jornais GLOBO e Valor.

A gestão de Doria em São Paulo, no entanto, é alvo de questionamentos de opositores pelo pagamento de cerca de R$ 1 bilhão em "emendas voluntárias", sem que os detalhes fossem publicados no portal de transparência. A modalidade de pagamento não é a mesma das emendas impositivas.

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