Doria toma segunda dose da CoronaVac em São Paulo

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), recebeu na manhã desta sexta-feira a segunda dose de vacina contra a Covid. Aos 63 anos, ele havia tomado a primeira dose em 7 de maio.

O local de aplicação foi o mesmo em que ele foi imunizado com a CoronaVac no mês passado, o Centro de Saúde Dr. Victor Araújo Homem de Mello, que fica no bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista.

A sua primeira dose da vacina chinesa, que no Brasil é produzida em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo estadual, foi aplicada pela enfermeira Mônica Calazans, a primeira pessoa a ser vacinada no Brasil, em janeiro, logo após a Anvisa dar a autorização para o uso emergencial da CoronaVac. Nesta sexta, essa cena se repetiu na aplicação da segunda dose de Doria, também injetada por Calazans.

Doria foi infectado pelo coronavírus em agosto de 2020, sem gravidade. O governo de São Paulo promete vacinar todos os moradores do estado que têm mais de 18 anos até o dia 31 de outubro. O novo cronograma, que antecipa essa meta em dois meses (antes a data prometida para essa marca era 31 de dezembro), foi anunciado na quarta-feira.

Na quinta-feira, feriado de Corpus Christi, Doria e a secretaria estadual da Saúde criticaram a falta de distribuição de doses da vacina da Pfizer que chegaram na quarta. O governador reclamou nas redes sociais que o governo federal gerou um atraso por uma "folga no feriado". Em seguida, pelo Twitter, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, rebateu: "Senhor Governador, antes de emitir esse tipo de comunicado, informe-se com seu secretário de saúde como funciona a tripartite. Daí, conversamos. Pare de palanque. Precisamos unir o Brasil", escreveu.