Drone iraniano sobrevoa porta-aviões dos EUA no Golfo

Captura de imagem tirada de uma filmagem sem data exibida pela televisão iraniana em 28 de abril de 2019 mostra um suposto drone da Guarda Revolucionária Iraniana, chamado "Ababil III", decolando de um local não revelado

Um drone da Guarda Revolucionária Iraniana sobrevoou um porta-aviões dos Estados Unidos que navegava no Golfo Pérsico, afirmou neste domingo agência de notícias Tasnim, do Irã.

A agência publicou um vídeo, sem data, no qual é possível ver um drone de cor azul claro, com a inscrição "Ababil III" em alfabeto persa e latino, decolando de uma pista deserta na costa.

O vídeo, editado com uma música típica de filmes de ação, foi gravado pela força naval da Guarda Revolucionária Iraniana, segundo a Tasnim.

Após a decolagem do aparelho, as imagens mostram uma vista aérea na qual se vê dois navios de guerra atravessando o mar e que parecem pertencer à escolta de um porta-aviões, do qual se aproxima.

Sobre a torre desta embarcação está escrito o número 69.

Durante o vídeo, são exibidas informações sobre os aviões, incluindo as aeronaves de vigilância americanos Hawkeye AWACS e de alguns aviões de combate F18.

O governo dos Estados Unidos anunciou no dia 8 de abril a inclusão da Guarda Revolucionária Iraniana na sua "lista de organizações terroristas estrangeiras".

O Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano anunciou no mesmo dia que considerava as forças americanas estacionadas no Oriente Médio, no Chifre da África e na Ásia Central, como "grupos terroristas".

O Irã se considera como o guardião do Golfo e denuncia a todo instante a presença militar dos Estados Unidos nesta região.

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    Veja o que se sabe até agora sobre convite para Moro assumir ministério de Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma entrevista do ex-ministro Gustavo Bebianno ao jornalista Fábio Pannunzio reacendeu a polêmica sobre o convite do presidente Jair Bolsonaro ao ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro para assumir o Ministério da Justiça. Ex-secretário-geral da Presidência e homem forte da campanha eleitoral do PSL em 2018, Bebianno diz que ouviu de Paulo Guedes que Moro foi sondado pelo hoje ministro da Economia antes do segundo turno das eleições. Moro afirma que tratou do assunto na semana anterior ao segundo turno, realizado no dia 28 de outubro, e que o convite oficial foi feito em novembro, após o resultado. Moro rebateu nesta quarta (20) coluna de Elio Gaspari, publicada na Folha, sobre o convite. No texto "O mistério do convite a Moro", Gaspari trata da entrevista de Bebianno a Fábio Pannunzio. Quando Bolsonaro sondou Moro pela primeira vez para o Ministério da Justiça?  Segundo relatos, o hoje ministro da Economia, Paulo Guedes, foi responsável pelos primeiros contatos com o então juiz Sergio Moro ainda durante a campanha eleitoral. Foram cerca de cinco conversas até a sondagem definitiva, no dia 23 de outubro de 2018 -antes do segundo turno da eleição, realizado no dia 28. Quando Bolsonaro fez o convite?  O convite formal foi feito em 1º de novembro de 2018, quando Moro e Bolsonaro, já presidente eleito, se encontraram pela primeira vez, no Rio de Janeiro. O que diz o ex-ministro Gustavo Bebianno? Segundo o ex-secretário-geral da Presidência, Guedes lhe contou ter conversado com Moro "cinco ou seis vezes" antes do segundo turno das eleições do ano passado sobre a possibilidade de assumir o ministério da Justiça. A versão de Moro De acordo com o ex-juiz, na semana anterior ao segundo turno ele foi sondado por Guedes e somente após o resultado recebeu o convite oficial de Bolsonaro. Segundo ele, não havia até então nenhum relacionamento ou quaisquer tratativas com Bolsonaro ou Guedes. O compromisso sobre indicar Moro ao Supremo Tribunal Federal foi algo tratado desde o início?  Aliados de Bolsonaro afirmam que, durante a conversa do dia 1º de novembro, em que foi feito o convite para o ministério, ele acenou com a possibilidade de indicá-lo ao STF. O que Moro disse sobre o assunto?  Em entrevista em maio, Moro afirmou que jamais estabeleceu a vaga no Supremo como condição para ser ministro. "Quando nós conversamos, bem, eu estava abandonando 22 anos de magistratura e aqui no Brasil é um caminho sem volta, é um certo sacrifício. [...] Eu acho que o presidente, tendo em vista essa situação, se sentiu com esse compromisso de oferecer essa vaga quando surgir no futuro." E Bolsonaro?  Em um primeiro momento, Bolsonaro disse que firmou um compromisso com Moro. Depois, voltou atrás e afirmou que não houve acordo prévio. "Não teve nenhum acordo, nada." A indicação ao STF foi uma condição para Moro assumir o ministério? De acordo com aliados do presidente, tratou-se apenas de um atrativo para Moro integrar o ministério.

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    Lula pede juízo ao Congresso em discussão sobre volta da prisão após 2ª instância

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em sua primeira entrevista após sair da prisão, o ex-presidente Lula (PT) pediu nesta quarta-feira (20) que o Congresso tenha juízo ao analisar proposta que pode alterar a Constituição para permitir o cumprimento de pena após condenação em segunda instância. A mudança significaria a volta do petista à cadeia.  "Espero que o Congresso Nacional tenha juízo. Constituição não é um manuscrito que pode jogar fora toda hora", afirmou o ex-presidente. Para Lula, a elite brasileira conservadora diz que a Constituição é um atraso pois não gostam de mecanismos de proteção e garantias sociais.  A entrevista foi concedida ao canal Nocaute, do jornalista e escritor Fernando Morais. Ao abrir a conversa, Morais afirmou que seu veículo ajudou na briga para que Lula fosse solto.  Lula afirmou que o que mais deseja é a anulação do processo do tríplex em Guarujá (SP), e voltou a fazer críticas ao ex-juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato e hoje ministro da Justiça, e Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. "Quem montou quadrilha nesse país foi Moro e Dallagnol", disse o petista.  O ex-presidente chamou Dallagnol de "moleque irresponsável e desaforado".  A defesa de Lula busca a anulação do processo por considerar que o julgamento de Moro foi parcial. Conversas dos procuradores da Lava Jato reveladas pelo The Intercept Brasil e publicadas também pela Folha de S.Paulo mostram que Moro orientou os acusadores e mantinha próxima relação com eles.  Lula pediu que a "Suprema Corte tenha sabedoria" ao decidir sobre a anulação. "Se eu tiver culpa, provem e me punam. Agora se provar que Moro fez sacanagem, má-fé, foi mal caráter, que ele seja punido, pelo bem da instituição", disse.  "Para que o país volte a normalidade, meu processo tem que ser anulado e os responsáveis presos", completou.  Lula afirmou ainda que é um cara esperançoso, que acredita nas instituições e que pretende andar pelo país para "levantar o moral da tropa", ressaltando que o país nunca teve um governo tão ruim como o de Jair Bolsonaro (PSL). "Não me peçam paciência com Bolsonaro, Moro e Dallagnol", disse ao responder se saíra da prisão disposto a brigar. "Eu sou de bem, mas também sou de brigar, estou defendendo a minha honra", completou.  Ao mesmo tempo, Lula disse não guardar mágoas políticas de figuras como Marta Suplicy (sem partido) e Ciro Gomes (PDT).  Lula repetiu que o "PT nasceu para polarizar", ao comentar as análises de que solto ele iria aumentar a polarização com Bolsonaro.  "Se você tiver um partido que não queira polarizar, não tenha partido. [...] Vamos polarizar em 2022. [...] O PT tem que polarizar mesmo, tem que disputar pra valer", afirmou.  Questionado sobre as eleições de 2020, o petista afirmou que o PT deve ter candidato próprio --embora não seja contra alianças com partidos de esquerda. "Um partido do tamanho do PT tem que ter candidato para defender as teses do partido. [...] Tem que se defender na TV dos ataques de que foi vítima", disse.  Para Lula, a lógica dos dois turnos é para que os partidos que tenham candidatos os lancem no primeiro turno, e que depois a esquerda se apoie no segundo turno.  "As pessoas tem que ter candidaturas competitivas para ser cabeça de chapa, o dado concreto é que não têm. [...] PT pode fazer aliança, mas as pessoas têm que apresentar quadros melhores do que os do PT", afirmou.  Lula voltou a descartar uma autocrítica do PT, dizendo que o partido teve mais acertos que erros. "PT é o partido de esquerda mais importante da América Latina, não vamos abrir mão da nossa grandeza", declarou.

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  • Ex-ministro do STF acusa Palocci de fraude processual em delação
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    Ex-ministro do STF acusa Palocci de fraude processual em delação

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau apresentou uma petição à 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo em que acusa o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci de mentir em uma delação premiada e de tentar fraudar a Justiça. Eros Grau foi contratado pela família do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos (morto em 2014), a quem Palocci acusa de tê-lo subornado. No ano passado, o ex-ministro da Fazenda afirmou à Polícia Federal em sua colaboração premiada que, em 2010, Thomaz Bastos lhe pagou propina de R$ 1,5 milhão para que ajudasse a enterrar a Operação Castelo de Areia, que investigava a empreiteira Camargo Corrêa por supostos crimes financeiros e de lavagem de dinheiro. Thomaz Bastos era advogado da construtora e teria acionado Palocci para atuar junto à cúpula do PT, que então estava no governo federal, e ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que as investigações contra a empresa fossem suspensas. Em 2011, a corte acatou o pedido e o caso foi arquivado. Palocci apresentou como prova do suposto suborno um contrato de consultoria financeira assinado com o escritório do advogado em 1º de dezembro de 2009. Segundo ele, a papelada era fictícia e servia apenas para acobertar o pagamento da propina. O documento, no entanto, já tinha sido usado pelo próprio ex-petista para se defender em uma outra investigação, aberta em 2011, que investigava as consultorias que prestava para empresários. Na época, Palocci era ministro da Casa Civil do governo da então presidente Dilma Rousseff e teve que explicar por que recebeu R$ 20 milhões de companhias por meio de sua empresa, a Projeto. Palocci apresentou então ao Ministério Público Federal o mesmo contrato firmado com Márcio Thomaz Bastos para justificar um dos pagamentos que recebeu. Segundo sua defesa afirmou às autoridades, o documento correspondia a uma consultoria prestada para a fusão do Pão de Açúcar com as Casas Bahia. Márcio Thomaz Bastos advogava para as empresas e teria contratado Palocci para auxiliá-las. Ou seja, o ex-ministro da Fazenda teria usado o mesmo documento para contar uma história ao Ministério Público Federal, em 2011, e outra à Justiça sete anos depois. O escritório de Eros Grau sustenta que a primeira justificativa, de 2011, é a verdadeira. E diz ter apresentado planilhas do computador de Thomaz Bastos, além do livro-caixa de seu escritório, como prova. Neles aparecem pagamentos feitos pelo Pão de Açúcar ao advogado e que teriam sido repassados a Palocci. Em 2011, o próprio Grupo Pão de Açúcar apresentou ao Ministério Público Federal uma declaração oficial afirmando que o escritório de Thomaz Bastos de fato prestava serviços para viabilizar a fusão com as Casas Bahia e que ele havia contratado a consultoria de Palocci para ajudar no negócio. "As afirmações de Antonio Palocci em sua delação são inverídicas e consubstanciam fraude processual afrontosa à honra de Márcio Thomaz Bastos", diz Eros Grau na petição apresentada à 6ª Vara Federal Criminal. A defesa de Antonio Palocci não nega que o contrato apresentado em 2011 ao Ministério Público Federal seja o mesmo que agora reapareceu na delação premiada de 2018. Afirma, no entanto, que, oito anos atrás, o ex-ministro da Fazenda não revelou às autoridades qual era "o verdadeiro escopo" do contrato porque não estava colaborando com a Justiça nem tinha o compromisso de dizer a verdade. O contexto seria outro em 2018, quando ele depôs como delator. "Nesta condição, confrontado com documentos e provas apresentados pelas autoridades, ele detalhou o que era lícito e o que era ilícito nessas tratativas", afirma o advogado Tracy Reinaldet. Segundo a nova versão de Palocci, o contrato de R$ 1,5 milhão foi feito de fato para justificar o pagamento da propina pela atuação no caso da Camargo Corrêa. Outros valores que recebeu de Thomaz Bastos, que segundo ele chegam a cerca de R$ 4 milhões, corresponderiam à consultoria prestada ao Grupo Pão de Açúcar. A família de Thomaz Bastos pede a revogação imediata da quebra do sigilo bancário e fiscal do advogado, que foi determinada pela Justiça na semana passada. E solicita que o Ministério Público Federal analise os novos documentos apresentados à Justiça.

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    Marisa Orth entra em 'Bom sucesso' como falsa terapeuta para salvar casamento de Nana e Diogo

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  • DEM expulsa Arthur Mamãe Falei, pré-candidato do MBL à Prefeitura de São Paulo
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    Folhapress

    DEM expulsa Arthur Mamãe Falei, pré-candidato do MBL à Prefeitura de São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O diretório do Democratas de São Paulo expulsou, nesta segunda-feira (18), o deputado estadual Arthur do Val, o Mamãe Falei. No fim de semana, o parlamentar, que é membro do MBL, chegou a ser lançado em congresso do movimento como pré-candidato à prefeitura da capital paulista. Apesar de expressar sua vontade de ser candidato, Arthur não tinha apoio majoritário do DEM, que integra a base de governo de João Doria (PSDB) em São Paulo e deve apoiar a reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB). Arthur afirmou à reportagem que foi pego de surpresa pela expulsão, muito embora tenha desafiado os interesses do partido em inúmeras ocasiões, inclusive ao criticar Doria na Assembleia e votar contra projetos de interesse do governo. "Logo que a gente entrou, tínhamos rusgas no partido. Eu falei que penso desse jeito e não vou mudar", disse Arthur. A votação na cúpula paulista do DEM pela expulsão do parlamentar foi unânime. "Ele não tinha sintonia com a sigla. Dava sinais de que queria ficar liberado [do partido]", diz o deputado estadual Rodrigo Moraes (DEM), secretario do diretório estadual. Com a expulsão, Arthur pode integrar outras siglas sem perder o mandato. Segundo ele, há convites de outros partidos para que seja pré-candidato à prefeitura. "Agora estou livre para ser concorrente do Bruno", disse. O deputado admitiu que a expulsão também o beneficia, apesar de perder postos em comissões na Assembleia. Em vídeo em seu canal do Youtube, que tem quase 2,6 milhões de inscritos, afirmou: "Não estou triste, estou cagando para partido. Não vou mudar uma vírgula do meu discurso". É comum que o deputado vote contra orientação do partido e critique decisões da sigla. Youtuber, ele costuma criar polêmica com os demais deputados na Assembleia. Ele chegou a receber uma advertência do Conselho de Ética da Casa por ter se referido aos colegas como "vagabundos" durante sessão plenária em junho passado. Arthur afirma que tem convites de outros partidos, mas que não estudou a questão ainda. Ao ser expulso, o deputado pode manter o mandato e migrar para outra sigla. O membro do MBL considera que o DEM deu um tiro no pé ao expulsá-lo. Arthur foi eleito com 478 mil votos e tem quase 2,6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube. Em nota, o DEM afirmou que a expulsão do deputado foi decidida por unanimidade em reunião da executiva estadual do partido. "Parecer da comissão de ética apontou incompatibilidade de seus atos com os preceitos e deliberações do partido. A decisão já foi comunicada à Justiça Eleitoral e à Assembleia Legislativa, para que se tomem as devidas providências", diz o texto.

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    Weintraub deu 'palpite' durante anúncio da expansão do programa 'Educação Conectada', que levará internet para 100% das escolas urbanas aptas a receber o recurso

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    RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) - Uma moradora de rua foi morta a tiros no início da manhã do último sábado (16) após pedir dinheiro a um homem no centro de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança mostram Zilda Henrique dos Santos Leandro, 31, conhecida como Neia, indo em direção a um sujeito que passava pelo local. Ela gesticula e fala com ele enquanto o acompanha pela rua, aparentemente a cerca de um metro de distância. Alguns passos depois, ele parece se irritar, saca uma arma e atira em direção a Zilda, que cai no chão. Ele continua andando normalmente enquanto guarda o revólver, como mostra uma outra câmera. Uma mulher que estava parada na esquina e viu toda a cena se aproxima para prestar socorro e acena para um carro que passa, mas ele não para. Zilda depois foi levada pelos bombeiros ao Hospital Estadual Azevedo Lima, mas não resistiu aos ferimentos. Esse homem foi identificado pela Polícia Civil como Aderbal Ramos de Castro, preso temporariamente. Ele confessou o crime, alegando que a vítima teria tentado praticar um roubo, "versão absolutamente descartada pelas imagens da execução do homicídio", diz em nota a Delegacia de Homicídios da região. Ao site G1, a advogada Daniela Lopes afirmou que Aderbal "é dono de uma lanchonete que fica ali perto e estava a caminho do trabalho quando o fato aconteceu. Já foi assaltado outras vezes naquela região e por isso reagiu". Ela disse que o comerciante tem o porte da arma, um revólver calibre 38 já apreendido pela polícia.

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    A Ucrânia manifestou preocupação com a retenção da ajuda americana em julho, antes do que se sabia até agora, o que significa que Kiev estava ciente do congelamento no momento de uma polêmica ligação telefônica com o presidente Donald Trump, disse uma autoridade do Pentágono nesta quarta-feira.

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    Empresário suspeito de morte de jornalista é preso

    O empresário Yorgen Fenech, um dos homens de negócios mais influentes de Malta, foi preso nesta quarta-feira por envolvido no assassinato em 2017 da jornalista e blogueira Daphne Caruana Galizia.

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    Fãs de 'Star Wars' ainda não estão sabendo lidar com o Baby Yoda

    Grande surpresa do primeiro episodio da serie The Mandalorian, que estreou nodia 12 de novembro no Disney+, o Baby Yoda esta derretendo os coraçoes dos fasde Star Wars por todo o planeta Terra.

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    AFP

    Grécia anuncia ampla reforma de acampamentos de migrantes

    O governo grego anunciou nesta quarta-feira que irá fechar seus três maiores e mais insalubres acampamentos de migrantes, que serão substituídos por estruturas fechadas, triplicando a capacidade de acolhimento nas ilhas de Lesbos, Samos e Chios.

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    O Globo

    Enfim, começa a ser aberta a caixa-preta das empresas de ônibus

    Delator detalha esquema de propina que durante décadas beneficiou o setor

  • Autor apresenta novo texto para PEC da 2ª instância e trabalha para votá-la nesta 3ª na CCJ da Câmara
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    Reuters

    Autor apresenta novo texto para PEC da 2ª instância e trabalha para votá-la nesta 3ª na CCJ da Câmara

    Texto anterior do deputado previa mudança em dispositivo do artigo 5º daConstituição, para deixar claro que ninguém poderia ser considerado culpadoaté a confirmação da sentença penal condenatória em grau de recurso.    Mas a iniciativa de modificar o artigo constitucional esbarrou emresistências, mesmo entre parlamentares que defendem a possibilidade de iníciodo cumprimento da pena após a condenação em segunda instância, devido àincerteza que paira sobre o artigo constituir ou não uma cláusula pétrea.

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    Agência Brasil

    CCJ da Câmara aprova PEC da prisão em segunda instância

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou por 50 votos favoráveis e 12 contrários, na tarde de hoje (20), o relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC 199/19) que permite a prisão após condenação em segunda instância. Agora a PEC segue para comissão especial da Casa.Outras duas propostas em análise na comissão, a PEC 410/18 e a PEC 411/18, que alteravam o Artigo 5º da Constituição foram consideradas inadmissíveis pela relatora deputada Caroline de Toni (PSL-SC). Havia uma discussão entre os parlamentares se era constitucional ou não mexer nesse artigo, que trata dos direitos e garantias fundamentais, por alguns entenderem que só poderia ser alterado por uma nova Assembleia Constituinte.A prisão em segunda instância ganhou força no Congresso Nacional após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do dia 7 de novembro. Na ocasião, o STF derrubou a validade da prisão após a segunda instância, o que permitiu a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em duas instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro.