Eduardo e Flavio Bolsonaro criticam decisão do Facebook de excluir páginas bolsonaristas

Anita Efraim
·3 minuto de leitura
Brazilian Federal Deputy Eduardo Bolsonaro stands near Senator Flavio Bolsonaro before a sanction ceremony of the new telecommunications Law at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil October 8, 2019. REUTERS/Adriano Machado
Deputado federal Eduardo Bolsonaro e senador Flavio Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), criticaram a atitude do Facebook de excluir páginas bolsonaristas da rede social. Nas redes sociais, Flavio chegou a se oferecer para divulgar as novas páginas criadas pelas mesmas pessoas.

E nos siga no Google News:

Yahoo Notícias | Yahoo Finanças | Yahoo Esportes | Yahoo Vida e Estilo

“Minha solidariedade a todos os perfis que foram injustamente censurados por Facebook e Instagram – aparentemente por apoiarem o presidente Bolsonaro”, escreveu o senador. “Assim que criaram seus novos perfis para exercerem a sagrada liberdade de expressão, avisam no privado ajudarei a divulga-los.”

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Já Eduardo Bolsonaro afirmou que o “Facebook vende liberdade dos conservadores por dinheiro”. O deputado federal lembrou que grandes empresas boicotaram a rede social, porque queriam que os discursos de ódio publicados nas plataformas fossem coibidos.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

“Mesmo sem definição do que seja crime de ódio, a rede de Mark Zuckerberg excluiu diversos perfis conservadores no facebook e instagram. Os jornais comumente não mostram os posts contendo as ‘falácias de ódio’ – até porque se houvesse prova teria-se um crime”, opinou o filho do presidente.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Eduardo ainda negou que haja uma rede articulada por trás do movimento que elegeu Jair Bolsonaro em 2018.

Na quarta-feira, o Facebook informou que retirou da plataforma 35 contas, 14 páginas e um grupo. Do Instagram, que é do mesmo grupo, foram removidas 38 contas. A justificativa é que as contas eram usadas para disseminar notícias falsas, fingindo serem jornalistas. Também havia discurso de ódio, o que viola as regras das redes sociais.

Leia também

Segundo levantamento do Laboratório Forense Digital do Atlantic Council em parceria com o Facebook, entre os que tiveram suas contas excluídas está Tércio Arnaud Tomaz, assessor especial do presidente Bolsonaro. Além dele, há outros cinco assessores que trabalharam com a família, alguns deles já não atuam, outros seguem na ativa.

Siga o Yahoo Notícias no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.