'Egito Antigo': exposição no CCBB terá o visitante 1 milhão nesta quarta

Múmia na exposição do Egito Antigo, no CCBB

Nesta quarta-feira (15), a mostra “Egito Antigo: do cotidiano à eternidade” recebe o visitante 1 milhão, de acordo com a direção do Centro Cultural Banco do Brasil. A estimativa faz parte de um cálculo, baseado na média de público diária recebida no CCBB desde o início da exposição, em 12 de outubro de 2019. Sucesso de público, mostra gratuita recebeu público recorde em pouco mais de três meses de visitação e foi prorrogada até 2 de fevereiro.

A coleção reúne 140 peças datadas de 4.000 a.C. a 30 a.C. A mais importante exposição do ano de 2019, e um recorde é bastante significativo, já que é apenas a primeira parada da mostra no Brasil: neste ano, "Egito Antigo: do cotidiano à eternidade" ainda passa pelos CCBBs de São Paulo, Distrito Federal e Belo Horizonte.

Os sarcófagos, esculturas e objetos de uso cotidiano dos egípcios reunidos são do acervo do Museu Egípcio de Turim, na Itália, que reúne a segunda maior coleção egiptológica do mundo — atrás apenas do Museu do Cairo, no Egito. Entre as peças, uma estátua de Sekhmet, a Deusa da Guerra, com cabeça de leoa, cuja representação em granito tem dois metros de altura e pesa 500 quilos. Mas a grande estrela da coleção que veio ao Rio é Tararo, a múmia de uma senhora da Dinastia Núbia que viveu por volta de 700 a.C..

Terminando a “viagem” pelo Egito, vale esticar o programa e visitar outra exposição. Com mais de 350 obras de 140 artistas, “Vaivém” traça uma relação entre a boa e velha rede de dormir com a própria identidade nacional do Brasil. Os trabalhos são de épocas distintas, do século XVI ao século XXI, e estão lá pinturas de Debret e Rugendas, telas de Tarsila do Amaral e Djanira, além de obras de artistas contemporâneos, como Tunga, Ernesto Neto e o coletivo de artistas Opavivará, que instalou no hall do Centro Cultural Banco do Brasil a “Rede social”. Dá até para dar uma descansada entre uma exposição e outra. A curadoria de “Vaivém” é do historiador de arte de Raphael Fonseca.

Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro (3808-2020). Qua a seg, das 9 às 21h. Até 2 de fevereiro. Grátis.