Ele envernizou fatia de bolo dada pelo Rei: cover oficial de Roberto Carlos canta na Tijuca

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Este sábado (23) promete ser de muitas emoções no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. Às 17h, Carlos Evanney, cover oficial de Roberto Carlos, sobe ao palco do teatro do espaço cultural para cantar os maiores sucessos do rei no show “Acústico além do horizonte”.

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“Emoções”, “Detalhes”, “Outra vez”, “Corro demais”, “Nossa Senhora”, “Jesus Cristo” e “Como é grande o meu amor por você” são alguns dos sucessos que estão confirmados no roteiro.

— Eu sempre tive vontade de montar um show acústico, como o Roberto já fez pela MTV. Gosto deste som mais leve. Quando recebi o convite para me apresentar no Centro da Música, fui até lá conhecer o espaço e fiquei encantado. É o lugar perfeito para o show intimista que vou fazer. Espero que esta seja a primeira vez de muitas neste palco tão especial — diz o artista.

A entrada do espetáculo custa R$ 30. Soltar a voz na Tijuca tem um sabor especial para Evanney, como ele explica:

— A Tijuca foi onde tudo começou, bicho. Foi neste bairro que Roberto estava sempre fazendo música, ao lado de Tim Maia e Erasmo Carlos.

Fã declarado do líder da Jovem Guarda, movimento que conquistou o país nos anos 1960, Evanney não tem o menor pudor de fazer sacrifícios pelo seu ídolo. Tradicionalmente, ele vai para a porta do prédio em que Roberto mora, na Urca, no dia do aniversário do rei, 19 de abril. Em 2003, quem recebeu o presente foi o artista que se apresenta hoje no Artur da Távola.

—O Roberto cortou quatro pedaços do bolo dele de aniversário. Eu ganhei uma fatia e a minha filha, Roberta Carla, outra. Eu não comi o meu pedaço. Envernizei e coloquei dentro de um estojo, que está até hoje na estante da minha casa, ao lado de uns troféus que recebi ao longo da minha carreira — conta o cantor.

A admiração de Evanney por Roberto Carlos começou na infância.

— Aos 7 anos, ouvi pela primeira vez a voz do rei. Ele cantava a música “Malena”. Era a década de 1970 e eu ainda estava na minha cidade natal, Maragogipe, na Bahia. De lá para cá, comprei todos os discos, jornais e revistas que traziam reportagens com ele, assisti a todas as participações dele na TV, no rádio — afirma.

Evanney lembra que veio para o Rio em 1976 tentar a carreira de cantor. No ano seguinte, conseguiu gravar o primeiro disco, mas não alcançou o sucesso que esperava.

— De tanto que as pessoas diziam que eu parecia com ele, em 2000 passei a trabalhar como cover do Roberto. A melhor coisa que eu fiz foi viver de cantar as músicas dele. Deus me colocou no mundo para eu ser o Roberto que poderia cantar em todos os lugares. Vou aonde ele não pode ir — conclui.

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