Eleição francesa: no plano ambiental, Macron e Le Pen deixam a desejar

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Em meio à guerra na Ucrânia e a alta da inflação, os temas ambientais estiveram praticamente ausentes da campanha eleitoral para o primeiro turno da eleição presidencial francesa. Agora, os dois finalistas que disputam o segundo turno, Emmanuel Macron e Marine Le Pen, adaptam seus programas na tentativa de captar os votos da esquerda – mas os projetos de ambos permanecem insuficientes diante da crise climática, alertam organizações ambientalistas.

Em seu último relatório, revelado no início do mês, o IPCC (Painel intergovernamental de especialistas em mudanças climáticas) advertiu que a humanidade precisa atingir o pico das emissões de CO2 até 2025 se ainda quiser “garantir um mundo habitável” no futuro. Mas os candidatos à presidência francesa parecem não dar tanta importância a este apelo.

A associação Les Shifters, em parceria com o site Franceinfo, avaliou os programas de todos os candidatos no primeiro turno e considerou que as propostas de Macron estavam “afastadas" dos objetivos climáticos da França, enquanto que as de Le Pen foram posicionadas como “muito afastadas ou contrárias” aos compromissos assumidos pelo país no Acordo de Paris sobre o Clima, assinado em 2015 na capital francesa.


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