Eleições no Hipismo: Justiça determina que voto da federação do Rio seja considerado válido

Carol Knoploch
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Em liminar, a Justiça do Rio assegurou o direito de voto da Federação de Hipismo do Rio na eleição para presidente da Confederação Brasileira de Hipismo, ocorrida no dia 29 de janeiro. Na ocasião, a entidade carioca foi impedida de participar do pleito, pois o representante na votação era estrangeiro. A Justiça considerou o descredenciamento irregular.

Na decisão, a liminar diz que "concedo a antecipação de tutela para considerar válido o voto da Federação carioca, ou, caso isso não seja possível, devendo se sustar os efeitos da referida eleição".

Porém, a Federação do Rio não votou na eleição inicial. Por causa da proibição, houve um racha na assembleia. Assim, duas eleições aconteceram paralelamente no mesmo dia e as duas chapas que concorreram se declararam vencedoras: Francisco José Mari e João Loyo de Meira Lins, e Bárbara Laffranchi e Fernando Serb. Devido ao imbróglio, a Federação Internacional de Hipismo não reconheceu nenhum dos dois mandatários.

Na eleição paralela, Bárbara, que teve a maioria dos votos de federações (dez de 19), incluindo a do Rio, e cavaleiros (quatro de sete votos). Agora, os advogados da chapa vão notificar a CBH para que seja convocada uma nova assembleia para que sejam colhidos todos os votos. A chapa adversária ainda pode recorrer.

Por causa da confusão, os atletas que apoiaram Bárbara deixaram de participar de competições internacionais em forma de protesto.