"Eleição de 2022 é a mais importante da nossa história, porque pode ser a última", diz Marcelo Freixo

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Congressman Marcelo Freixo attends a mass on the first anniversary of the murder of Councilwoman Marielle Franco  in Rio de Janeiro on March 14, 2019. - Franco was a black gay rights activist who was an outspoken critic of police brutality and defender of the poor. A year after her murder shocked Brazil, two police officers were arrested in the case, but the motivation of the crime remains unknown. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP)        (Photo credit should read CARL DE SOUZA/AFP via Getty Images)
Freixo deixou o PSOL depois de 16 anos para se filiar ao PSB (Foto: CARL DE SOUZA/AFP via Getty Images)
  • Marcelo Freixo declarou que eleições de 2022 serão as mais importantes da história do Brasil, porque podem ser as últimas

  • Deputado federal se filiou ao PSB nesta terça-feira (22)

  • Freixo declarou que não vai concorrer ao posto de deputada federal em 2022

O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) declarou que as eleições de 2022 devem ser as mais importantes da história do Brasil, porque poderiam ser as últimas. A fala foi feita durante o ato de filiação do parlamentar o novo partido, ao lado do governador do Maranhão, Flávio Dino. Ambos deixaram as antigas legendas para entrar para o PSB. 

"A gente tem que ter capacidade de escuta em uma sociedade muito sofrida. E o papel da gente com a democracia esse ano, Molon, será muito importante. Sem dúvida alguma, o ano de 2022 será o mais importante da nossa história, de todos nós. A eleição de 2022 será a mais importante da nossa história, até porque, ela pode ser a última. E não é dramático o que estou dizendo, a democracia está em risco nesse país, e a gente precisa entender o tamanho desse risco e isso ser compatível com as nossas responsabilidade. A nossa responsabilidade é muito grande", disse o deputado. 

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Freixo ainda afirmou que o PSB passa por um momento de "autoreforma" e disse que a legenda tem uma grande história na luta pela liberdade e pela democracia. Por isso, "faz muito sentido, nesse momento da história do Brasil, a gente estar vindo nesse momento de autoreforça do PSB". 

Pelo discurso, Freixo deixou claro que deve se candidatar a um cargo executivo, não a uma reeleição à Câmara dos Deputados no próximo ano. "Eu poderia, perfeitamente, ser candidato à deputado federal junto com o [Alessandro] Molon e fazer uma bancada forte, ter essa vida que a gente gosta, do parlamento. A gente está indo para um desafio que é gigante, que é lutar contra o crime organizado no Rio de Janeiro. A luta no Rio de Janeiro não é da esquerda contra a direita, a luta do Rio de Janeiro é civilização contra a barbárie, é contra o crime organizado, que vem arrancando do Rio de Janeiro a capacidade de ser um lugar feliz." 

Ainda sobre o estado, Freixo declarou que "não é à toa que é no Rio de Janeiro que se construiu esse mal maior que se espalhou pelo Brasil", em referência ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

Marcelo Freixo agradeceu ao novo partido e declarou que, na legenda, vai construir uma grande frente a favor da democracia e da vida. O deputado deixou o PSOL depois de 16 anos, sob a alegação de que era preciso derrotar o presidente Jair Bolsonaro

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